Jaraguaense será jurada em competição de direito internacional

Jaraguaense será jurada em competição de direito internacional Jaraguaense será jurada em competição de direito internacional

Cotidiano

Por: Natália Trentini

segunda-feira, 06:00 - 05/02/2018

Natália Trentini
A jaraguaense Amanda Pimenta foi selecionada pela segunda vez por uma competição mundial que simula os trâmites do Tribunal Penal Internacional – corte que trabalha para prevenir a ocorrência de violações dos direitos humanos, do direito humanitário e de ameaças contra a paz e a segurança internacionais. Amanda, que é assessora jurídica do Tribunal de Justiça do Paraná, já participou da International Criminal Court Moot Court Competition em 2016, como estudante. Neste ano, ela foi convidada para atuar como jurada e terá a tarefa de selecionar os estudantes brasileiros que vão concorrer na rodada internacional. A competição envolve a apresentação de trabalhos escritos e sustentação oral. Durante a competição eles atuam em todas as etapas do processo: defesa, procuradoria e representação dos interesses das vítimas. “Com a competição, os alunos de graduação e pós-graduação em Direito ou Relações Internacionais do mundo todo podem praticar suas habilidades como futuros profissionais da área”, garante Amanda. “O desafio também é interessante para trocar experiências, inclusive culturais e sociais”, completa. Quando participou do evento como estudante, a equipe da jaraguaense conquistou a 29ª colocação, entre 60 universidades. A jaraguaense vê como um presente o convite para ser jurada. “Quando participei como estudante tive que abrir mão de muitas coisas, dias de descanso e noites de sono”, lembra Amanda. “Fico feliz pelo reconhecimento e pelo voto de confiança da equipe de organização”, afirma Amanda, que ajudará a selecionar as duas universidades brasileiras que poderão competir na etapa final, que acontece em Haia, na Holanda. “A final da competição é julgada por juízes renomados, do próprio Tribunal Penal Internacional, e é realizada dentro do próprio tribunal”, finaliza.
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