O secretário de Estado da Saúde, André Motta Ribeiro, cumpriu agenda nesta quarta-feira em Criciúma, no Sul do Estado, onde explanou sobre o atual momento da pandemia de Covid-19.

Indagado sobre a vacina, ele disse que primeiro não se pode tratá-la como a “bala de prata”, aquela que vai matar o monstro, o inimigo.

“Nós temos passos anteriores a dar, nós precisamos entender que a regra sanitária posta é clara e faz efeito. Nós estamos com uma doença infectocontagiosa, são pessoas contaminando pessoas. Ela se transmite pelo ar e pelo contato. É nisso que temos que focar”, disse.

Segundo o secretário, a vacina está sendo estudada em vários estados brasileiros, são diversos laboratórios e mais de 200 vacinas pelo mundo atualmente. Explicou que o Brasil, através do Ministério da Saúde, associou-se ao Covax Facility, que é um consórcio que tem nove laboratórios internacionais pesquisando vacinas, inclusive alguns deles no estado de Santa Catarina.

“O Programa Nacional de Imunização é o melhor programa de vacinação do mundo. Ele precisa ser respeitado e valorizado. O que o Estado está fazendo, e essa é a obrigação do Estado, é preparando a logística para a vacinação. A partir de alguns dias, amanhã ou até sexta-feira, nós estaremos tornando público o Plano Estadual de Vacinação 2021. Lembrando que nós temos um calendário já posto, H1N1, Influenza e outras vacinas, que vai ser sobreposto pelo coronavírus. Nós já sabemos que há 1.186 salas de vacinação pelo Estado, estamos quantificando e qualificando as esquipes de vacinação, comprando insumos, inclusive já são quase R$ 15 milhões de agulhas e seringas sendo adquiridas pelo Estado. Nós temos que estar preparados, com toda logística, e é obrigação, para quando a vacina for disponibilizada pelo Ministério da Saúde”, apontou.

 

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