Enquanto 5.504 crianças já são consideradas alunas da rede municipal de ensino infantil, devidamente matriculadas nos CMEIs (Centros Municipais de Educação Infantil), um número bastante significativo segue na fila de espera por uma vaga em uma das 31 unidades espalhadas pela cidade.

De acordo com o secretário de Educação, Rogério Jung, atualmente aproximadamente mil crianças aguardam na fila.

Uma das medidas adotadas para minimizar o impacto da alta demanda é a compra de vagas em unidades educacionais particulares. O edital para garantir esse acesso de alunos da rede pública deve ser lançado no fim de novembro.

Segundo Jung, serão 100 vagas destinadas ao berçário (de 0 a 2 anos), onde se concentram cerca de 600 crianças das mil que aguardam por uma vaga.

“Já passou pelo jurídico e estamos fechando alguns detalhes. Acredito que no final desse mês, começo de novembro, o edital seja lançado para compra de vagas para o berçário, que é onde temos maior demanda por vagas”, enfatizou.

Para manter uma criança em período integral no berçário, o secretário afirma que a Prefeitura gasta, em média, R$ 1,4 mil por mês. Por meio do edital, a intenção é comprar as vagas pela metade desse preço, num valor de R$ 700. Com isso, a Prefeitura ainda deve garantir uma economia de recursos públicos.

Jung disse ainda que o edital ainda não foi lançado por conta de detalhes e problemas logísticos que foram devidamente sanados para que a concorrência seja lançada ainda neste ano, garantindo as vagas em creches particulares para o próximo ano letivo. Essa prática é comum em diversos municípios.

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