A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Jaraguá do Sul recebeu nesta sexta-feira (31), resultado de exame do Lacen (Laboratório Central de Saúde Pública de Santa Catarina), que confirmou o segundo caso de morte de macaco por febre amarela no município.

O animal foi encontrado sem vida no pátio de uma residência no bairro Rio da Luz, no mês de dezembro.

Segundo o setor de Vigilância, desde o início deste ano já foram encontrados oito macacos mortos em Jaraguá do Sul, todos da espécie Bugio, justamente entre os bairros Rio Cerro e Rio da Luz, zona de mata.

 

 

No entanto, em apenas três deles foi possível coletar amostras para envio ao Laboratório Central da Vigilância Epidemiológica do Estado, em Florianópolis.

A supervisora de Controle de Zoonoses da Secretaria, Aline Cristiane Borba Monteiro, reforça que o óbito de macacos em determinada área é um dos principais indícios de circulação do vírus, servindo como um alerta.

“Os macacos são como sentinelas para o sistema de vigilância em saúde. Daí, a importância de se preservar esses animais. A única forma de transmissão do vírus é pela picada de mosquitos. Não há transmissão diretamente a partir dos macacos”, esclarece Aline.

Diante da confirmação da morte do primata por febre amarela, a Vigilância declara alerta contra febre amarela em Jaraguá do Sul e convoca os 16 mil jaraguaenses que ainda não estão imunizados a se vacinarem em uma das unidades de saúde.

Fonte: PMJS

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