(Foto: Flávio Júnior/Defesa Civil)

(Foto: Flávio Júnior/Defesa Civil)

O Centro Integrado de Gerenciamento de Riscos e Desastres do Estado tem negociado com os comandos de greve dos caminhoneiros de cada bloqueio a liberação de cargas necessárias para manter serviços essenciais. Até agora, as negociações têm sido pacíficas, por isso, o governo não cogita acionar a Força Nacional oferecida pelo presidente Michel Temer.

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Saúde

Remédios, gás, água, combustíveis e oxigênio para os doentes têm chegado até os hospitais públicos. Os comboios são identificados com adesivos da Defesa Civil e são escoltados pela Polícia Militar. As redes privadas de hospitais e farmácias ainda não acionaram a Secretaria de Saúde.

Agricultura

Ração e alimentos para os animais também estão sendo escoltados. Porém, o setor é um dos mais impactados com a paralisação dos caminhoneiros. O abastecimento de leite e de hortigranjeiros estão prejudicados. O Estado tenta negociar com manifestantes em bloqueios na região Oeste para resolver essa questão.

Alimentos

Segundo a Associação Catarinense de Supermercados, os estabelecimentos estão cheios neste sábado. Por enquanto há abastecimento suficiente para suprir o fim de semana. Carne suína é uma das que já não está disponível. Leite e hortifrútis começam a faltar gradativamente. O Procon autorizou que os mercados façam racionamento na venda de produtos priorizando o coletivo.

Combustível

Segundo o Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis Minerais de Florianópolis (Sindópolis), apenas um posto no bairro Praia Comprida, região Continental de Florianópolis, continua abastecendo neste sábado. O sindicato não sabe como o estabelecimento está conseguindo carregar combustível da distribuidora de Lages (responsável pelo abastecimento daquela unidade). Os demais postos da região estão com as bombas secas.