A Vigilância Epidemiológica de Florianópolis informa que houve um novo caso suspeito de sarampo entre os frequentadores da casa noturna John Bull Floripa, localizada na Lagoa da Conceição, no dia 09 de agosto, sexta-feira.

Como procedimento padrão em toda a situação de suspeita, sempre é realizado o levantamento de todas as pessoas que estiveram em contato com o possível doente, para que as devidas medidas para barrar a transmissão do Sarampo sejam tomadas.

Houve um novo caso de sarampo confirmado entre os passageiros do voo Latam LA3662 Guarulhos-Florianópolis | Foto Agência Brasil

Neste caso específico, a Vigilância Epidemiológica de Florianópolis solicitou a lista de pagantes do evento e constatou que ainda falta o contato de alguns frequentadores que passaram pelo local.

Pedimos o apoio da imprensa para a divulgação desta informação, solicitando que quem esteve no local neste dia faça contato com a Vigilância Epidemiológica pelos fones (48)32123910, (48)32123907

Vigilância Epidemiológica de Florianópolis alerta para os perigos das fake news contendo informações falsas sobre a vacina | Foto Farmácias Brasil

Quem deve se vacinar?

  • Todo mundo que nunca tomou a vacina e todos aqueles que não têm certeza se já tomaram deve procurar um posto de saúde municipal e receber a vacina de forma gratuita.
  • Pelo Calendário Nacional de Vacinação, a tríplice viral, que ainda protege contra caxumba e rubéola, deve ser administrada aos 12 meses de vida, e a tetra viral - acrescenta varicela (catapora) à lista de doenças combatidas - aos 15 meses.
  • Pessoas de 10 a 29 anos, que não tomaram a vacina quando crianças precisam receber duas doses da tríplice viral. Muitos jovens dessa faixa etária nasceram em uma época em que a segunda dose não fazia parte do Calendário Nacional de Vacinação. Assim, é importante verificar a carteirinha de vacinação e, na dúvida, receber a segunda dose da vacina ou as 2 doses.
  • Na faixa etária de 30 a 49 anos, a dose é única.

Quem não deve tomar a vacina?

  • Pessoas com alergia grave ao ovo, pacientes em tratamento com quimioterapia, gestantes, portadores de imunodeficiências congênitas ou adquiridas, quem faz uso de corticoide em doses altas, transplantados de medula óssea e bebês com menos de seis meses de idade.

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