Lançada nesta quarta-feira (25), a campanha Bom senso: a pandemia ainda não acabou, tem o objetivo de fortalecer o bom senso da população no combate ao coronavírus, em Criciúma. Idealizada pela Administração Municipal, a iniciativa intensifica os cuidados sanitários e chama a responsabilidade para todos. Ao menos por enquanto, a única defesa contra o vírus é o uso de máscara, higienização das mãos com álcool em gel 70%, distanciamento social e evitar aglomerações.

“Sabemos que as pessoas não deixaram de sair de casa, mas devem utilizar o bom senso. Se perceber um lugar com mais pessoas, ela deve ir em outro horário. Sabemos que agora vem as festas de fim de ano, e pedimos que as comemorações sejam feitas apenas com as pessoas com as quais têm convívio diário, com as quais moram juntas”, frisou o secretário de Saúde, Acélio Casagrande.

Matriz de risco gravíssimo

Com a capacidade hospitalar destinada à Covid-19 em seu limite máximo, a Região Carbonífera saiu do laranja, considerado risco grave, e entrou no risco gravíssimo, na cor vermelha, acompanhando quase que a totalidade de regiões do Estado. As novas regras começam a valer a partir da próxima sexta-feira (27). Na prática, estão suspensos os eventos de qualquer natureza, além de boates e casas de shows, museus, bibliotecas e cinemas. Bares e restaurantes poderão receber clientes até às 23 horas e as atividades devem ser encerradas a meia noite, além de manter apenas quatro pessoas por mesa. Tanto igrejas quanto academias poderão receber apenas 30% da capacidade total. Todos devem respeitar o uso de máscara e o distanciamento.

Mais três infrações

A Vigilância Sanitária de Criciúma segue com as fiscalizações, intensificadas com o aumento significativo dos casos de covid-19 na cidade. Na noite dessa terça-feira (24) foram registradas três infrações por falta de distanciamento e não utilização da máscara. Uma igreja, uma academia e um restaurante foram autuados.

Durante as vistorias é analisado o cumprimento das regras sanitárias para a pandemia, além da parte estrutural de cada ambiente. Assim que o estabelecimento é notificado por Auto de Infração Sanitária, ele tem 15 dias para defesa. Após isso é feito um Processo Administrativo Sanitário, pelo setor jurídico do Município, que realiza o julgamento e aplica ou não a penalidade, podendo ser uma multa ou até mesmo a cassação de alvará.

A ação conta com a participação da Vigilância Sanitária, Diretoria de Trânsito e Transporte (DTT), Defesa Civil, Polícia Civil, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar.

Denúncias

As denúncias podem ser feitas via WhatsApp, por meio do telefone (48) 991936259, ou pelo aplicativo PMSC Cidadão, disponível para download na App Store e no Google Play. Denúncias também podem ser repassadas à Polícia Militar, via 190.

 

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