Por Rosana Ritta | Foto Cláudio Costa A sexta-feira (28) será um dia atípico em que muitos serviços públicos não devem funcionar. A greve geral convocada para todo o país, em que parte da população que é contra a série de medidas propostas pelo governo federal, como as reformas da Previdência, Trabalhista e Terceirização, deve levar milhares de pessoas às ruas. Em Jaraguá do Sul, uma manifestação está agendada para às 10 horas, na praça Angelo Piazera, no Centro. E às 13h em frente à Weg 2. Para esta segunda manifestação, haverá concentração na rua ao lado do terminal para quem quiser seguir de bike. Os bancários também aderiram ao movimento e paralisarão por duas horas. Por isso, nesta sexta as agências bancárias devem abrir somente ao meio-dia -neste período, os caixas eletrônicos estarão funcionamento normalmente. A categoria se une aos demais trabalhadores para lutar também em favor da manutenção dos bancos públicos, reivindicando mais contratações de funcionários para melhor atender os clientes. O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Jaraguá do Sul e Região informa que também os bancários da Caixa Econômica Federal de Schroeder devem participar do movimento. O Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) comunica também a suspensão das aulas nesse dia, informando que aulas e demais atividades que não forem executadas normalmente nesse dia serão repostas. Na rede municipal de ensino, as aulas ocorrerão normalmente. Os servidores municipais, que ficaram mais de um mês em greve, não devem aderir em massa ao movimento. - Leia mais: Movimento intersindical convida população a protestar contra reformas -   A greve geral já chegou nesta quinta ao Centro de Distribuição dos Correios de Jaraguá. Os funcionários paralisaram as atividades aderindo a movimento nacional contra o governo, que anunciou, em dezembro do ano passado, o fechamento de agências, além de um plano de aposentadoria voluntária. Os funcionários também tiveram suspensas as férias até maio de 2018. Embora a agência do centro tenha continuado a atender normalmente, os grevistas informaram que a paralisação é por tempo indeterminado. Eles também estão preocupados com os números anunciados pelo governo federal de que o prejuízo na entidade supera os R$ 4 bilhões de reais somente em dois anos. Em Jaraguá, a reivindicação é também por mais funcionários. São 69 funcionários, quando o ideal para a população atendida nos cinco município da microrregião seria 83.