Nesta semana, o Arquivo Histórico de Joinville retoma o atendimento presencial. Na quarta-feira (7), às 10h, será realizado um ato simbólico com os servidores e poucos convidados.

Durante o encontro, todos os protocolos sanitários serão respeitados. Na quinta-feira (8), será a reabertura para o atendimento ao público, a partir das 8h.

Com a reabertura, o espaço estreará a exposição “Arquitetura Revisitada”. A proposta apresenta 11 painéis, com as plantas de residências históricas do centro da cidade e fotografias de como esses locais estão atualmente.

 

 

A visita ao Arquivo Histórico de Joinville precisa ser agendada. A entidade tem em seu acervo jornais, fotografias, lista de imigrantes, cartas e outros documentos referentes à história e ao crescimento de Joinville, que datam da época da colônia até os tempos atuais.

O material é aberto à consulta de toda a comunidade, gratuitamente. O agendamento deve ser feito pelo e-mail arquivohistorico@joinville.sc.gov.br ou pelo telefone 3422-2154. O atendimento presencial é oferecido de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.

A iniciativa faz parte do planejamento da Secretaria de Cultura e Turismo (Secult) de reabrir ao público a maior parte dos espaços culturais e de memória da cidade até o final deste ano. O primeiro a retornar com o atendimento foi o Memorial da Bicicleta, em maio.

De acordo com o secretário de Cultura e Turismo de Joinville, Guilherme Gassenferth, a volta aos atendimentos seguem um planejamento.

“Temos vontade de abrir as unidades e de receber a população com segurança. Ainda assim, não queremos fazer de qualquer forma. Estamos atuando para readequar os espaços, analisando a melhor forma de atender e dar acesso ao nosso acervo, que é riquíssimo”, enfatizou.

Mesmo fechadas para o público, as unidades não estão paradas. “Focamos, no primeiro momento, em agilizar os processos internos. No decorrer do tempo, alguns desses locais passaram a atender no formato on-line. Agora, atuamos fortemente para preparar todos os espaços para este reencontro com o público”, explicou a gerente de Patrimônio e Museus da Secult, Roberta Meyer.