Nesta quinta-feira (20), a Procuradoria-Geral de San Isidro, que investiga a morte de Diego Maradona, acusou formalmente sete pessoas de homicídio com dolo eventual, quando se assume o risco de matar.

Entre os acusados estão o neurocirurgião Leopoldo Luque e a psiquiatra Agustina Cosachov, que podem pegar de 8 a 25 anos de prisão. Luque também será interrogado por suposto uso de documento privado adulterado.

Leopoldo Luque era médico pessoal de Maradona e responsável por uma cirurgia no cérebro do ex-jogador semanas antes de sua morte | Foto: Enrique García Medina/EFE

Os demais acusados são: o psicólogo Carlos Díaz, os enfermeiros Dahiana Madrid e Ricardo Almiron, o chefe dos enfermeiros Mariano Perroni, e Nancy Forlini, responsável pela equipe médica que tratou de Maradona nos últimos dias de vida.

Maradona morreu no dia 25 de novembro do ano passado, aos 60 anos, em uma casa alugada em um bairro privado ao norte de Buenos Aires, onde se recuperava de uma operação por causa de um hematoma na cabeça.