Presidente do Santos, Marcelo Teixeira aceitou a oferta não vinculante do grupo norte-americano Saint Dominique pela compra do clube.
Com isso, o dirigente dá a possibilidade de a empresa agora fazer uma diligência de alguns meses no Peixe para entender se, de fato, todos os documentos previamente recebidos fazem jus à real situação financeira alvinegra. Não se trata ainda de um aceite para a venda do Santos.
O Peixe também fará uma investigação sobre a empresa para entender se há, de fato, capacidade para tal investimento de grande porte.
Trata-se de uma proposta não vinculante de R$ 1 bilhão de aporte e a responsabilização total pela dívida do clube, estimada em outro bilhão, com controle de 80% das ações. A diligência tem prazo de 60 a 90 dias para ser concluída. Só depois é que o grupo pode ou não oficializar a oferta vinculante.
Para aceitar uma proposta vinculante, o Santos vai precisar passar por uma reforma estatutária no Conselho Deliberativo e depois em Assembleia Geral de Sócios, tirando um trava que não permite ainda a venda majoritária das ações do clube de futebol. O processo é longo e lento.
Uma proposta não vinculante é uma proposta que não obriga o interessado a efetuar a compra e nem o clube a efetuar a venda. Trata-se de um início de interesse, que poderá ser celebrado após a diligência para conclusão dos documentos previamente apresentados. Nesse período, o clube não pode negociar com nenhuma outra empresa.
Já proposta vinculante é uma proposta final, com a alteração estatutária concluída e com o interesse real e concreto das duas partes em efetuarem o negócio.
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