A final do Campeonato Catarinense entre Brusque e Chapecoense, que será realizada neste domingo (13), contará com um recurso tecnológico para minimizar o risco de transmissão da Covid-19 entre os profissionais presentes no Estádio Augusto Bauer.

Na ocasião, a distribuidora Discfone, em parceria com a Federação Catarinense de Futebol e a Intelbras, vai utilizar soluções térmicas para aferir a temperatura e identificar o uso de máscaras no acesso de atletas, comissões técnicas e imprensa. O sistema, inclusive, já foi usado no primeiro jogo da decisão, na última quarta-feira (9), na Arena Condá.

Como funciona?

No acesso ao estádio, todos os profissionais envolvidos na partida passarão em fila diante das câmeras que fazem a aferição da temperatura rapidamente, sem gerar aglomerações. O equipamento consegue medir a temperatura de até 15 pessoas simultaneamente.

Por meio de inteligência artificial, a solução tecnológica gera alertas quando alguém é identificado em estado febril, evitando que doentes entrem no local. O sistema também possui uma função de reconhecimento facial, que observará se cada pessoa está respeitando o uso da máscara no momento.

“Esse sistema de triagem tecnológica agradou a todos, proporcionando o fluxo rápido nos acessos aos estádios, evitando filas e aglomeração. A solução está deixando as partidas mais seguras e inteligentes”, afirma Roger Mori Borges, gerente de Operações da Federação Catarinense de Futebol.

Chapecoense em vantagem

No primeiro jogo da final do Catarinense, a Chapecoense bateu o Brusque por 2 a 0. Por isso, o Verdão do Oeste pode perder por até um gol neste domingo para se sagrar heptacampeão estadual.

Para conquistar o bicampeonato, o Brusque precisará de uma vitória por três ou mais gols de vantagem. Se vencer por dois gols de diferença, o título será definido nas cobranças de pênaltis.

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