Se alguém tem alguma dúvida do quanto a Copa mexe com os brasileiros, não teria mais qualquer dúvida ao conhecer a arquiteta Beatriz Fruet Emendörfer, 39 anos.

O aniversário da filha, no dia 14 de junho, em 2014 não poderia ter outro tema. O bolo: verde e amarelo. A decoração? Verde e amarelo. As roupas dos convidados? Verde e amarelo, claro.

Em plena Copa do Mundo no Brasil, a garotinha, hoje com nove anos, entrou no clima da festa, pela qual os pais são apaixonados. Agora, quatro anos depois, a pequena vai ficar por conta das tias e avós durante duas semanas.

Ela e o irmão terão “férias” dos pais. Enquanto isso, Beatriz assistirá a primeira Copa do Mundo, ao vivo, da sua vida.

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Ela, o companheiro, o cunhado e a cunhada já estão com as passagens compradas e a mala por fazer. E está por fazer porque ainda há muito o que resolver antes de embarcar para o velho continente, no dia 22.

E por lá, em terras russas, o grupo irá assistir a dois jogos nos estádios. Brasil e Sérvia e um jogo das oitavas de final que, se a campanha brasileira for como o desejado, será da seleção de Tite. Isso porque o grupo adquiriu ingressos para o jogo do primeiro colocado do grupo E.

“Não sei muito bem o que esperar, mas eu acho que volto bem agitada com essa mistura cultural e mais aberta”, projeta.

Com uma gaveta reservada em casa para os acessórios de Copa, Beatriz costuma decorar a casa a caráter. Bandeiras, camisas, balões, cornetas e tudo mais que remeta ao Brasil e a Copa se espalham pelo apartamento.

Foto Eduardo Montecino/OCP News

Na Rússia, ela espera interagir o máximo possível e a programação, apesar de não estar muito definida, tem seus pontos principais já cravados pelo grupo.

Nos jogos em que não estiverem na arquibancada do estádio, Beatriz e a família quer se unir às demais torcidas para assistir e, como ela mesma declara, “viver a Copa”.

Para a arquiteta, que tem sua primeira lembrança mais vívida da Copa com o campeonato de 1994, o favorito é o carrasco do Brasil, que ainda machuca o coração dos torcedores, a Alemanha.

“Eu quero que o Brasil ganhe, claro, mas não estou muito confiante. Apesar disso, eu acho que depois do primeiro jogo, a confiança já volta”, conta.

Serão 14 dias em solo europeu/asiático e a organização iniciou em janeiro com compra de passagens e reserva de hospedagem. Segundo ela, o gasto médio por casal gira em torno de R$ 25 mil.

Com alguns dias ainda pela frente antes da viagem e sem sequer ter pensado na mala, uma coisa é certa para a arquiteta, o espírito da Copa já chegou para ficar pelos próximos 30 dias.

“Estou indo com outro espírito, de querer estar com a galera, de querer viver a Copa do Mundo”, finaliza.

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