No início de outubro, o governo havia adiado o começo do horário de verão para o dia 18 de novembro. Porém, nesta segunda-feira (15), o Palácio do Planalto decidiu manter para o dia 4 de novembro.

O Ministério da Educação (MEC) havia solicitado a mudança para evitar prejuízos aos estudantes, já que a primeira prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) está marcada justamente para o dia 4 de novembro.

O ministro da Educação, Rossieli Soares da Silva, chegou a comemorar a mudança em sua página no Facebook.

"Candidatos terão mais tranquilidade para fazer as provas! Caso o horário de verão iniciasse no primeiro dia de provas do Enem, como estava previsto, muito provavelmente acarretaria em prejuízos aos participantes".

Primeira mudança

Esses dois anúncios não foram as primeiras mudanças no início do horário de verão em 2018. Em dezembro do ano passado, o presidente Michel Temer assinou um decreto que encurtava o período de duração do horário de verão.

A mudança foi sugerida pelo Tribunal Superior Eleitoral pela grande diferença entre o fechamento de urnas em cidades que tem o horário de verão e outras que não aderem. Um exemplo citado foi o Acre, onde as urnas seriam fechadas três horas depois da contagem de votos das regiões Sul, Sudeste e parte do Centro Oeste.

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