Nas pequenas mãos dos cuidadosos artistas mirins do Instituto Beto Carrero, objetos que seriam jogados no lixo se transformam em peças de decoração.

Garrafa pet, CDs, rolhas, papéis e plásticos são modificados e viram guirlandas, árvores natalinas, cartões comemorativos, coelhinhos da páscoa, presentes, entre outros.

Foto Divulgação

Mais de 200 crianças com idades entre 8 e 16 anos já passaram pelo projeto “Betinho Carrero Fazendo Arte” em Penha. Engajada na causa, essa nova geração transforma por ano cerca de 300 quilos de objetos e dá lição de criatividade e respeito ao meio ambiente.

No instituto a regra é básica: ressignificar, ou seja, dar novo significado a um objeto. Os materiais utilizados na confecção das peças decorativas foram descartados pela comunidade e poderiam ficar meses ou até mesmo anos na natureza.

“O plástico, por exemplo, leva mais de 200 anos para se decompor. Imagina o prejuízo que traria para a sociedade”, explica a professora do projeto, Surama Lima.

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Para todos se engajarem no objetivo, a equipe propõe temas ao projeto. No primeiro semestre de 2019 o foco foi o vidro. Com a ação, 91 quilos de materiais foram reaproveitados.

Após a transformação, todos os materiais trabalhados pelas crianças do “Betinho Carrero Fazendo Arte” são doados à comunidade, utilizados como presentes em datas comemorativas ou até mesmo vendidos em ações de arrecadação à Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP).

 

 

“Era lixo e hoje se tornou material para o cotidiano. E, ao mesmo tempo, estamos estimulando a criatividade, o trabalho em equipe e a sustentabilidade entre as crianças. É uma forma de transformarmos o meio e preservarmos o nosso planeta”, afirma a coordenadora do Instituto Beto Carrero, Rosiane Souza de Souza.

Com informações da assessoria de imprensa

 

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