A relação do gerente  administrativo Eduardo Macelai com a comida vem de longa data. Desde os 12 anos, ele atuou no  restaurante da família. Entre os amigos e no trabalho, sempre foi o "churrasqueiro oficial". Quando ele teve que preparar um plano para o MBA de Gestão Estratégica de Negócios que cursava na Anhanguera de Jaraguá do Sul, o direcionamento para a área da gastronomia veio naturalmente.

Assim nascia a Di Casa, uma microempresa especializada em alimentos com carnes especiais, a preços acessíveis.

"Era outubro de 2017, perto do fim de ano, quando as empresas fazem grandes festas de encerramento. E eu sempre fui o funcionário responsável pelo churrasco. Depois de participar de uma feira de empreendedores, surgiu a oportunidade de fazer meu primeiro evento para 55 pessoas, dentro do conceito do Di Casa. O negócio começou espontaneamente e cresceu além do que imaginava”, relata Macelai.

O catarinense, ao lado do amigo e sócio, Rafael Borges, trabalha atualmente com hambúrgueres gourmets, linguiças artesanais e outros embutidos para festas e entregas. O projeto atual é desenvolver a marca abrindo um espaço fixo em Jaraguá do Sul.

“Quando fiz a pós-graduação pensava mais na minha capacitação como empregado, mas ela acabou virando um negócio concreto. Jaraguá do Sul está numa região muito promissora que nos trará condições de crescer e aumentar a nossa empresa”, acredita.

Expansão do negócio

Segundo o empresário, a meta atual é expandir o trabalho para entregas e transformar o negócio, hoje só por encomenda, em algo em período integral. "Atualmente trabalhamos mais com festas e datas especiais, com reserva, mas futuramente queremos ter como atender demanda constante", explica.

 

 

Macelai destaca que um dos maiores desafios para a nascente DiCasa foi encontrar  seu espaço no competitivo mercado de carnes da região. "Temos muitas empresas estabelecidas, com nome já formado, e conseguir mercado para uma nova é um desafio. Só de ter dado certo já foi uma realização", diz.

Tanto Macelai quanto Borges já gozavam de alguns clientes em potencial, o que ajudou o negócio nascente, mas o apoio institucional foi fundamental. "Se não fosse a orientação dos professores, acho que isso não teria sido possível, tínhamos o planejamento, mas sem o aconselhamento e as críticas pontuais que fizeram, não sei se daria para ir em frente", diz.

 

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