54,2% dos moradores de Jaraguá do Sul e região se dizem dispostos a manter o distanciamento social pelo tempo que for preciso, enquanto 32,5% diz ser incapaz de praticar o isolamento por motivos de renda familiar.

Outros 8,4% dizem que poderiam manter o distanciamento por até 90 dias - que seriam concluídos em junho - e pouco menos de um a cada 20 diz não estar disposto a praticar o isolamento.

Os dados são da pesquisa OCP sobre as reações à pandemia do Covid-19, da qual participaram 747 leitores do jornal, em diversos perfis.

A disposição a se manter em isolamento é maior entre as mulheres: três em cada cinco entrevistadas estão dispostas a manter o isolamento social pelo tempo que as autoridades julgarem necessário - enquanto pouco mais de um quarto (27,9%) diz não ter condições de praticar o isolamento.

 

 

Já entre os homens, 44,9% se dizem dispostos a se manter em isolamento seguindo as recomendações das autoridades de saúde, enquanto 39,3% - quase dois a cada cinco - dizem não ter condições de praticar o isolamento.

Poder aquisitivo

Dentre os que dizem não poder praticar o isolamento, pois dependem de manter-se no trabalho para sustentar a família, 42,6% relatam ter renda familiar média entre os R$ 1 mil e os R$ 3 mil, enquanto outros 21,4% relatam estar entre os R$ 3 mil e R$ 5 mil, e 13,2% dizem receber entre R$ 5 mil e R$ 10 mil.

2,6% relatam ter renda acima dos R$ 15 mil.

 

 

O perfil dentre aqueles dispostos a se manter em distanciamento pelo tempo que for necessário, por sua vez, vê uma margem maior na faixa dos R$ 3 mil aos R$ 5 mil - são 27,2% do grupo - e dos R$ 5 mil aos R$ 10 mil, que representam 17,5% dos dispostos a seguir as recomendações até o fim.

A faixa dos R$ 1 mil aos R$ 3mil tem presença reduzida na comparação: 30,6% dos dispostos estão nesta faixa.

 

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