Em 2017, a Ceasa/SC movimentou R$ 601,8 milhões, com a venda de 341 mil toneladas de alimentos
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Em 2017, a Ceasa/SC movimentou R$ 601,8 milhões, com a venda de 341 mil toneladas de alimentos Foto Divulgação

“Em Santa Catarina nós provamos que agricultura familiar não é sinônimo de agricultura pobre”. Foi assim que o secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Airton Spies, definiu o agronegócio catarinense durante a abertura do 2º Encontro Nacional da Associação Brasileira das Centrais de Abastecimento (Abracen).

Representantes das Centrais de Abastecimento de todo o país estão reunidos em Florianópolis nesta segunda e terça-feira, 11 e 12, para discutir as oportunidades e os desafios para o setor.

O secretário Spies destacou os diferenciais da agropecuária catarinense e a importância da Ceasa para fomentar o desenvolvimento da agricultura familiar.

Durante os dois dias de Encontro, os representantes das Ceasas tratarão de assuntos como rastreabilidade de produtos agropecuários, energia limpa, novos sistemas de embalagem, registro e fiscalização de agrotóxicos e maneiras de evitar o desperdício.

Além da uma apresentação das ações da Ceasa/SC e da parceria para execução do Programa Mesa Brasil. “Queremos tirar lições que nos reposicionem e que nos permitam ser sempre uma instituição que trabalha em prol do agricultor. A Ceasa pode ser uma locomotiva do desenvolvimento da agricultura familiar, de forma dinâmica e organizada, com padrões modernos de mercados e por isso o compartilhamento de experiências é muito importante”, afirma Spies.

 

 

Em 2017, a Ceasa/SC movimentou R$ 601,8 milhões, com a venda de 341 mil toneladas de alimentos. Desse total, 41% são frutas e verduras produzidas em Santa Catarina – aproximadamente 138 mil toneladas, faturando mais de R$ 219 milhões.