A inovação é essencial para o mercado atual, e para trabalhar com inovação de forma efetiva é preciso saber tanto as demandas quanto as oportunidades em jogo - um dado, que, lamentavelmente, é escasso, dependendo de estudos internos de empresas que raramente são abertos ao mercado.

Pensando nesta demanda, a Spin e a A2C, empresa de transformação de marcas e de negócios, em parceria com a ABDI, estão convocando startups e indústrias de todo o território nacional para participarem de um mapeamento exclusivo do setor.

 

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Segundo o CEO da aceleradora e presidente da Apevi, Benyamin Fard, saber como as indústrias estão buscando soluções de inovação é  fundamental para as startups; para as indústrias, o estudo é uma forma de enxergar o potencial de inovação e as soluções que estão despontando no mercado para acelerá-la.

"O que nós queremos mapear são as dores e as necessidades da indústria que podem ser atendidas pelas startups assim como as ideias e projetos que estão em desenvolvimento e que podem ser usados pela indústria", explica.

Segundo o empresário, a diferença de escala e de perfil das startups lhes dá uma grande vantagem em termos de inovação no cenário contemporâneo.

"São empresas pequenas, que não têm riscos de imagem, têm mais flexibilidade para tomar riscos, agindo em simbiose com as grandes empresas, que trazem movimentações maiores. Uma analogia é de que as startups são como jet-skis enquanto as grandes indústrias são transatlânticos", ilustra.

Uma dessas transformações se dá na forma na indústria 4.0, que "surge em resposta ao consumidor 4.0", diz Fard. Nascidas no ambiente digital, as startups nascem nestas demandas novas - e tem menos inércia causada por metodologias já estabelecidas, mas que não atendem o novo paradigma.

A participação na pesquisa é gratuita e leva menos de 10 minutos. Basta preencher o questionário no portal Mapa Startup+Indústria.

As indústrias e as startups que responderem o questionário receberão, em primeira mão, os resultados do levantamento que se encerra em 29 de março. O estudo será divulgado para o público geral durante a Expo-gestão, em maio.

Mencionando a Spin...

A aceleradora deu início nesta quarta-feira (13) ao quinto ciclo de aceleração de startups. São 13 projetos que, durante três meses, vão receber metodologia exclusiva e mentorias para alavancar os negócios.

Com a chegada das novas startups, o portfólio da aceleradora está crescendo em mais de 50%, totalizando, agora, 36 startups.

“Praticamente todas as startups possuem com grau de maturidade maior, com receita recorrente estrutura e crescendo e com soluções em grande sinergia com clusters industriais”, explica.

Déficit nas contas públicas

Instituições financeiras consultadas pelo Ministério da Economia reduziram a previsão para o resultado negativo das contas públicas neste ano.

A estimativa de déficit primário do Governo Central – formado pelo Tesouro Nacional, a Previdência Social e o Banco Central – passou de R$ 99,560 bilhões para R$ 98,175 bilhões em 2019.

A estimativa segue abaixo da meta de déficit perseguida pelo governo, de R$ 139 bilhões. O resultado primário é formado por receitas menos despesas, sem considerar os gastos com juros.

Os dados constam da pesquisa Prisma Fiscal, elaborada pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia todos os meses, com base em informações do mercado financeiro.

Varejo cresceu 0,4% em janeiro

O volume de vendas do comércio varejista brasileiro teve crescimento de 0,4% na passagem de dezembro do ano passado para janeiro deste ano, depois de um recuo de 2,1% no mês anterior.

O dado é a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nesta quinta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com a pesquisa, o varejo teve altas de 0,5% na média móvel trimestral, de 1,9% na comparação com janeiro do ano passado e de 2,2% no acumulado de 12 meses.

Na passagem de dezembro para janeiro, sete das oito atividades pesquisadas tiveram crescimento no volume de vendas, com destaque para equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (8,2%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (7,2%).

 

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