fabrica_fiat O crescimento de 6,4% na produção de alimentos processados foi o principal responsável pela alta de 0,5% da indústria brasileira, na passagem de agosto para setembro deste ano. Segundo a Pesquisa Industrial Mensal, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), também tiveram crescimento importante os segmentos de indústrias extrativas (2,6%) e veículos automotores (4,8%). Apesar do crescimento médio de 0,5%, poucas atividades industriais tiveram resultado positivo na passagem de um mês para outro. Apenas nove dos 24 setores pesquisados tiveram crescimento. Os produtos têxteis mantiveram a mesma produção em agosto e setembro. Entre os 14 setores em queda, os principais destaques foram as máquinas, aparelhos e materiais elétricos, com recuo de 8,1%. Entre as quatro grandes categorias econômicas, houve alta de 1,9% nos bens de consumo duráveis e de 1,2% de bens intermediários (insumos industrializados usados no setor produtivo). Os bens de consumo semi e não duráveis tiveram queda de 1% e os bens de capital (máquinas e equipamentos) tiveram recuo de 5,1%. linha azul TIM registra lucro líquido de R$ 200 milhões no terceiro trimestre do ano A TIM Brasil teve receita líquida de R$ 3,899 bilhões e lucro líquido de R$ 200 milhões neste terceiro trimestre. De acordo com a operadora, os resultados financeiros e operacionais positivos são os primeiros impactos da nova gestão na TIM em meio a um cenário macroeconômico de maior confiança. A alta representou mais de 14% no lucro líquido normalizado e de 20% na receita inovativa (dados e conteúdo), se comparado ao mesmo período de 2015. A empresa permanece na liderança da cobertura 4G no Brasil e já alcança 746 cidades (mais que o dobro do 2º colocado) e 66% da população urbana. Também fechou o trimestre com quase 10 mil sites da tecnologia de quarta geração. Até o fim de 2016, estima cobrir mais de mil cidades com a rede 4G e 2,8 mil com a rede 3G. linha azul Gás sobe mas Petrobras garante máximo de R$ 0,70 O preço do gás de botijão está reajustado desde terça-feira, segundo informou a Petrobras. Isso porque a empresa alterou os contratos com distribuidoras de gás liquefeito de petróleo (GLP), o gás de botijão. O botijão de 13 quilos, que é o padrão para uso residencial, deve ficar R$ 0,20 mais caro, em média. De acordo com a Petrobras, o aumento não deverá passar de R$ 0,70 por botijão em nenhum lugar do país. Ainda segundo a Petrobras, o aumento ocorrerá porque os custos com a logística do produto, que eram cobertos pela estatal, serão repassados às distribuidoras. Na prática isso significa uma redução dos subsídios às distribuidoras, como aconteceu há dois anos com os contratos de fornecimento de diesel e gasolina. A Petrobras explicou que o fim dos subsídios “é importante para evitar distorções”. linha azul Balança comercial superavitária no saldo do ano A balança comercial brasileira acumula superávit de US$ 38,527 bilhões de janeiro a outubro deste ano. O resultado é o melhor para o período desde o início da série histórica, em 1989. Antes, o maior saldo registrado havia sido o de janeiro a outubro de 2006, positivo em US$ 38,166 bilhões. O governo projeta superávit entre US$ 45 bilhões e US$ 50 bilhões para 2016. O resultado pode ser recorde histórico anual, caso supere o saldo positivo de US$ 46,4 bilhões verificado em 2006. Para o mês de outubro, foi registrado superávit de US$ 2,346 bilhões, o melhor para o período desde 2011. Naquele ano, houve saldo positivo de US$ 2,362 bilhões para o mesmo mês. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. linha azul Vendas de petróleo para o exterior superam importações A conta-petróleo, balanço que registra as exportações e importações de petróleo e derivados pelo Brasil, teve superávit pelo terceiro mês consecutivo em outubro. As vendas do combustível fóssil para o exterior superaram as compras em US$ 331 milhões no mês passado. Com o resultado, o déficit da conta-petróleo está em US$ 114 milhões de janeiro a outubro, bem abaixo do registrado para igual período de 2015, quando o saldo negativo era US$ 4,5 bilhões. Caso haja mais resultados positivos, de forma a zerar o déficit até dezembro, a conta-petróleo, tradicionalmente deficitária, pode encerrar o ano com superávit pela primeira vez na série histórica do governo. linha azul Consumo nacional de energia elétrica O consumo nacional de energia elétrica somou 38.259 gigawatts-hora (GWh), em setembro deste ano, um avanço de 1,4% sobre igual mês de 2015, de acordo com o boletim da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). O consumo das residências teve aumento de 4,6% em setembro, a sétima alta mensal consecutiva. As regiões Sudeste (alta de 5,7%), Nordeste (aumento de 5,2%) e Sul (elevação de 4,4%) se destacaram no mês nessa classe de consumo. Já o consumo de energia na classe comercial seguiu com declínio de 1% em setembro (maior recuo entre as classes), e de 2,1% no trimestre, ainda refletindo o cenário econômico desfavorável de queda na renda real, aumento do desemprego e de condições de crédito adversas, segundo a EPE. A indústria apresentou estabilidade em setembro (-0,1%). Houve aumentos no consumo de eletricidade em alguns segmentos, como metalúrgico, de papel e celulose, têxtil, químico, alimentício e automotivo.