Enquanto por muitos anos o estado do Rio de Janeiro registrava lamentavelmente a morte quase semanal de policiais e diária de pessoas de bem, agora, registra semanalmente a morte de criminosos. A imprensa, em sua maioria tendenciosa como sempre, traz a seguinte manchete: "Número de mortes por intervenção policial no RJ é o maior nos últimos 20 anos; apreensão de fuzis bate recorde em 2019". Se eu escrevesse, seria: "Números apontam que polícia cancelou mais CPFs de marginais em 2019".

Fora para os familiares, que por mais que saibam da atividade delituosa dos seus pares mesmo assim os defendem, para quantos mais esses bandidos fazem falta? Com certeza não voltarão a reincidir nas suas práticas criminosas. E não me venham com esse papinho chato, raso, de que "só morreu pobre e negro".

Morreu quem estava em confronto com a polícia e de fuzil na mão. Se era pobre, rico, branco ou negro, pouco importa, ele tentou atentar contra o Estado e o Estado respondeu. Isso é fruto do incentivo dado pelo governador Witzel e pelo presidente Bolsonaro a ações de repressão mais duras, que por sinal estavam fazendo falta no Brasil.

Claro que só repreender não resolver o problema, mas faz parte da equação de resolução. Protetores dos manos, o mimimi é livre, chorem à vontade.

Aliás, além de subir o número de passagens para o andar de baixo, a polícia aprendeu o maior número de fuzis e o número de pessoas de bem assassinadas diminuiu. Lindo! Esse é o Brasil que eu quero.

Falou tudo

A deputada Ana Campagnolo, afirma que existem "maconhódromos" nas Universidades Federais. Alguns reaças, principalmente os frequentadores dos tais locais, ficaram ouriçados, claro, sentiram suas feridas tocadas.

Para quem é segredo que as universidades federais são área de uso livre de entorpecentes e reduto de politicagem? Por sinal, espero que o projeto do deputado Hélio, para permitir o patrulhamento das polícias dentro das federais seja aprovado e, consequentemente, que os  "maconhódromos" que existem sim, sejam extirpados.

Falando em federais

O deputado sargento Fahur fez uma proposta que eu apoio e ajudarei a divulgar. Já que para dirigir caminhão se exige o teste de entorpecentes, que se faça o mesmo para tirar a CNH e para entrar em universidades públicas.

Bah, vai ter muita gente reprovando, com certeza. Vou sentar, preparar minha pipoca e aguardar os comentários dos usuários nervosinhos que adoram me xingar nas redes sociais.

 

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