No último sábado, em São Paulo, uma policial baleou e matou um assaltante que armado tentava roubar mães e crianças na porta de uma escola, no dia em que haveria uma homenagem pelo Dia das Mães. Na segunda-feira (14), um delegado da Polícia Federal foi morto a tiros, depois de ter sua casa invadida por marginais no mesmo estado. Sobre esses casos, eu quero fazer algumas considerações:

Tem pessoas que mesmo vendo as imagens do assalto à escola ainda colocam em dúvida se a policial Kátia Sastri deveria ou não ter reagido da forma como reagiu. A busca incessante por audiência é tão grande em algumas emissoras de TV, que chegaram a fazer uma enquete, a meu ver repugnante, onde se questionava se o policial de folga deve ou não reagir a assaltos (sim, não é mentira, eles chegaram a esse ponto).

Um “projeto” de vereador de outro estado, chegou a utilizar a palavra livre para questionar a ação da mesma (não preciso dizer duas vezes o que eu penso dele, não é mesmo?).

Tenha paciência! Vagabundo armado, barbarizando mães e crianças na porta de uma escola, apontando arma para o peito da policial e inclusive atirando (a munição falhou) queria o quê? Parabéns a cabo da PM pelo reflexo e atitude louvável. A meu ver, ela agiu em defesa da sociedade.

E também quero estender meus parabéns ao governador de São Paulo pela homenagem a ela prestada. Está na hora do mocinho voltar a ser mocinho e o vilão ser tratado como vilão.

A população está de saco cheio desse negócio de politicamente correto, de direitos “dos manos”. Bandido tem que saber que ao sair para o crime pode não voltar para casa. A polícia tem que ser respeitada! Se os mais emotivos choram quando as estatísticas mostram que tem muito bandido morrendo, também esquecem de lembrar que tem muito policial padecendo nas mãos dos criminosos.

Ninguém quer matança ou extermínio, mas como eu disse, mocinho é mocinho e vilão é vilão. Sem contar que o morto já tinha diversas passagens por crimes graves e era para estar preso, mas o sistema é falho, não recupera, não pune e não deixa preso.

Aliás, falando nisso, sobre a morte do delegado da Polícia Federal, Mauro Sérgio Sales, quero lembrar que um dos marginais havia saído da cadeia na saída temporária de Dia das Mães. Lindo né, o anjinho aproveitou que saiu da gaiola para matar um cidadão. Isso é ressocialização?

Está na hora de botar ordem na casa, rever essas questões de saídas temporárias e de quem pode ou não sair.

Ninguém mais aguenta isso, é sempre o mesmo final. E por fim, não me venha com essa história de que são vítimas da sociedade. Vítimas da sociedade é o caramba, tem muito pobre que viveu a infância toda na pindaíba e hoje é bem-sucedido. Tudo bem que para uns é tudo mais difícil, mas isso não é desculpa. O caminho mais fácil nem sempre é o melhor.

Digo mais

Que lindo ver aquele ex-vereador “Maninho do PT”, que espancou um manifestante em frente ao Instituto Lula ser preso junto de seu filho, por tentativa de homicídio. Um maldito desses ser filmado empurrando uma pessoa contra um caminhão tinha que ser punido imediatamente. Belo trabalho do Ministério Público em ofertar a denúncia. Os tempos estão mudando, começamos novamente a criar esperança de que bons ventos estão por vir!