Apesar de ser sempre um dos últimos da fila por causa da minha estatura, sempre gostei nos tempos de escola quando tínhamos uma homenagem cívica, da formação que fazíamos no pátio. Me sentia mais importante, imponente, sei lá qual o termo que descreve isso, quando os professores davam a ordem: “Cobrir, ou tomar distância!”.

Eu tenho quase certeza, que a geração dos dias de hoje nunca saberá a emoção que era todos enfileirados, em posição de respeito com as atividades que aconteceriam. O tempo passou, mas a memória desses fatos não saem da minha cabeça.

Na atualidade, o tomar distância voltou a ser utilizado, só que de outra maneira. Devemos nos distanciar das pessoas se quisermos cuidar da nossa saúde e da saúde delas também. Em tempo de COVID, falamos em distância de segurança. Pesquisei em diversos locais que falam que a distância de segurança não deve ser inferior a 1 metro, outros apontam que essa distância deve ser de 1,5 metros. Para garantir, prefiro apostar na distância de 1,5 metros.

Mas parece que o povo ainda não está ligado nessa questão, basta dar um giro por aí e você vai ver que muitas pessoas não estão obedecendo esse distanciamento colocando suas vidas e a de outras pessoas em risco.

Essa semana fui a um estabelecimento comercial, e na hora de passar no caixa, observei as demarcações no piso mostrando que aquela seria a distância mais segura para os clientes daquele local.

Na minha frente uma moça já estava esperando ser chamada pelo caixa para pagar as coisas que ela havia adquirido. Olhei para o chão e peguei o lugar na fila atrás dela, observando o distanciamento estabelecido.

Na fila, notei que vinha se aproximando uma senhora, com o celular na mão, falando com alguém do outro lado da linha, com todo o ar que tinha em seus pulmões, essa senhora, de óculos escuros, vestindo camiseta de grife internacional, no pescoço ostentando diversas joias, de dar inveja a qualquer ourives de Istambul, praticamente colou na minha pessoa. Virei para ela apontei a demarcação no chão e disse: “A senhora poderia fazer o favor de obedecer ao distanciamento de segurança?” Sem desgrudar do celular, num tom irônico, ela falou para quem estava do outro lado da linha: “Um senhor acabou de chamar minha atenção por não obedecer a distância de segurança!”.

Então minha gente, existe pessoas que ainda não entendem a necessidade da prevenção, tratam isso como uma piada ou sei lá o que...Se chamei a atenção dela, não foi somente por mim, mas pela segurança dela também. Daí a gente nota, que quando a pessoa não tem respeito pelo outro, não adianta vestir Chanel, ter uma bolsa Louis Vuitton, maquiagem Dior e estar coberta de joias, que isso não fará diferença alguma.

Estamos vivendo um tempo em que precisamos nos preocupar mais com os outros do que com a gente mesmo. Para isso basta observar os boletins da polícia nos finais de semana que nos mostram que apesar de todo o perigo da doença, continuam rolando festinhas clandestinas, aglomerações e tudo quanto é forma de encontros, burlando o que fora estabelecido.

É, acredito que para muitos a ficha ainda não caiu e provavelmente só cairá, quando for olhar as estatísticas da doença em nossa cidade e lá encontrar algum nome e sobrenome conhecido.

Nas últimas semanas, o número de contaminados aqui em Jaraguá aumentou muito. então, precisamos estar mais atentos do que nunca para evitar que sejamos contaminados, ou quem sabe, contaminar alguém que faça parte do nosso convívio social.

Vamos ficar ligados, galera!

Se houver amor

Tiago Wickmann é autor do hit Se Houver Amor.

Para quem conhece o músico Tiago Wickmann, tocando pela noite nos barzinhos da cidade, fiquem ligados, pois o cara acaba de lançar o videoclipe de sua música “Se Houver Amor”. A música já é uma das mais pedidas na programação da Super Nova FM.

Com uma letra inspiradora, a canção traz a mensagem que se houver amor e paz, esperança e fé em nossos corações, a vida vai se renovar.

Com certeza, uma belíssima canção para os tempos tão difíceis como esses que estamos vivendo.

Sucesso, Tiago!

Street Burger

Na foto o Street Monstro, feito com pão especial, dois hamburguers de costela (150g), duplo bacon crocante, queijo mussarela, molho de ervas finas, BBQ, alface e tomate. Vai encarar?

Você sabe quando o normal pode ser extraordinário? Não sabe ainda por que não pediu uma das delícias do cardápio do Street Burger e Hot Dog. São lanches deliciosos servidos em pães especiais, acompanhados com aquela maionese caseira de dar água na boca.

Além dos burgers, a casa também possui no cardápio uma variedade de hot dogs, lanches veganos, petiscos e muita coisas para agradar o paladar mais exigente.

Você pode pedir seu Street Burger pelo whatsapp (47)98823.8455 ou pelos aplicativos Aiqfome e Delivery Much, tanto para retirada ou para entrega no conforto da sua casa.

No Pirata

Devido o COVID, o Pirata continua de portas fechadas.

Atenção Marujada, repetindo o recado do Capitão!

Mesmo com o novo decreto de liberação para abrir bares e restaurantes até as 22h. o Pirata Rock Bar ficará com suas portas fechadas ao público por um tempo. A medida foi tomada para ajudar a combater o COVID-19 nesse momento tão delicado, pelo qual todos os segmentos da sociedade estão passando.

A casa agradece a todos que estiveram presentes nos últimos eventos e que respeitaram as regras e normas do bar conforme decreto da prefeitura de Jaraguá do Sul.

Marujos! Continuem fazendo a parte de vocês em casa, no dia a dia, precisamos usar máscara, álcool gel e evitem aglomerações, mesmo em ambientes privados e mantenham sempre o distanciamento de segurança.

Lembrem-se: Figurinha repetida não completa álbum, vamos embora que a litorina não espera.
Até semana que vem!