Esses dias estava no carro com uma amiga e entramos numa conversa sobre carreira. Ela comentou comigo que viu nas redes sociais uma ex-colega de faculdade, que na sua época abandonou o curso, e que estava desempenhando função de assistente, enquanto ela exerce um cargo de gestão.

E eu fiquei curiosa e fiz o mesmo exercício: puxei na memória alguns colegas que tinham desistido da graduação e fui lá pesquisar nas redes. O resultado não foi muito diferente: alguns trocaram de curso, outros empreenderam, mas a maioria ou estão desempregos ou desempenhando funções de nível médio.

E eu não estou aqui querendo dizer que uma profissão é melhor que a outra, ou que uma pessoa é melhor que outra só por ter graduação ou pós-graduação. O que eu quero é trazer o inegável: o nível de instrução está diretamente relacionado com a renda dos profissionais.

E isso é percebido quando comparamos salários de nível técnico, por exemplo. Conforme pesquisa divulgada pelo IBGE em 2018, os portadores de diploma técnico chegam a ganhar 40% a mais que profissionais apenas com ensino médio.

Essa mesma pesquisa mostra que profissionais com ensino superior completo chegam a ganhar três vezes mais que do que os de nível médio.

E este aumento é percebido antes mesmo da conclusão do curso, onde os profissionais já apresentavam aumento salarial de 27% só por estarem cursando graduação – realidade essa que temos acompanhado com muito entusiasmo junto aos nossos alunos.

É frequente, em nossas centrais de atendimento, registros de solicitações relativas ao fato de nossos alunos terem sido efetivados no estágio, obtidos um novo emprego ou terem recebido promoção de cargo ocasionado pelo curso superior.

Essa elevação salarial não para na graduação. A Catho Educação, em pesquisa divulgada em 2018, identificou que a pós-graduação chega a aumentar em 118% o salário do profissional. Então, se eu estudar meu salário vai aumentar?

Se você aliar seus esforços pessoais com uma instituição realmente preocupada com a qualidade da formação e desenvolvimento dos seus alunos, como acontece aqui na UniSociesc, eu não tenho dúvidas disso. Experimente! Estudar só faz bem e não tem contraindicações.

Ana Paula Werka Rossa - Líder Corporativa de Relacionamento com o Aluno na Unisociesc, atua na área de educação desde 2005. É formada em Ciências Sociais e mestranda em Engenharia de Produção. | ana.rossa@unisociesc.com.br