♫ “Come make peace/
Come to pick an inspiration,
come complete you/
Advice, positive vibes/
Open your mind/
Open your eyes.”
(Future, Madonna)

Um ano se vai, outro chega. Uma década se vai; a de 2020 promete talvez mais do que qualquer outra. Olhando para o que aconteceu nos últimos dez anos, do ponto de vista da tecnologia e inovação, a entrada no próximo decênio traz expectativas gigantes.

Década que foi.

Todo mundo lembra dos smartphones quando se fala em impactos da inovação. De fato, com o lançamento do iPhone o cotidiano das pessoas e das empresas mudou drasticamente. A vida ganhou muitas facilidades (e perdeu muito do tempo do bom ócio). Hoje se consegue quase qualquer coisa com um smartphone na mão e acesso à internet.

No início de 2010 as pessoas não sabiam o que era um iPad, que só surgiu em abril daquele ano. Nesse último réveillon dificilmente alguém não postou ou não viu postagens no Instagram, coisa que não aconteceu no de 2010, pois o aplicativo foi lançado em outubro.

O Snapchat apareceu em 2011, o PlayStation 4 (segundo videogame de mesa mais vendido do mundo) em 2013, Amazon Echo, mais conhecida como Alexa, a assistente virtual, em 2014, o Apple Watch em 2015.

Nesta esteira, muitas empresas quebraram paradigmas e chegaram ao grande público, como as fintechs (startups que atuam no sistema financeiro), os aplicativos de transporte (ou de carona, como eles próprios preferem) e de compartilhamento de música, e robôs fazendo análises mais acertadas do que médicos e advogados, entre tanto mais.

Foi uma década definitivamente de rápidas transformações.

Década que vem.

Há previsões para todos os gostos. Quem serão os próximos Mark Zuckerberg, Elon Musk e Jeff Bezos (sim, eles não surgiram na década passada, mas nunca foram tão comentados) ainda não se tem certeza. O que vai surgir de realmente novo é uma loteria. Entretanto, algumas tendências podem ser apontadas.

O fim dos cabos é uma delas. De conexão e de energia. Com a chegada da tecnologia 5G (e subsequentes) a internet vai ficar extremamente mais rápida, levando a esse caminho.

Veículos e casas inteligentes serão cada vez mais comuns, permitindo comunicação com seus proprietários e com serviços. A preocupação, neste caso, será com a privacidade. Por outro lado, consumidores, governos e empresas estarão cada vez mais envolvidos com a segurança de dados pessoais, com a gradativa conscientização do seu real valor.

E os robôs provavelmente começarão a fazer parte da rotina, ao estilo dos Jetsons, do C-3PO, do Sonny ou da Arisa. Auxiliarão das mais diversas formas e contribuirão com tarefas domésticas e comerciais.

Isso é só a pontinha do iceberg. Vem muito mais coisa por aí. Como canta a Madonna, “abra sua mente, abra seus olhos”.