Com a inflação baixa, o mercado financeiro espera pelo último corte na taxa básica de juros (Selic) no atual ciclo de redução, na próxima quarta-feira (16). A terceira reunião do ano do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), começa na terça-feira (15) e segue até o dia seguinte, quando será anunciada a taxa Selic.

A expectativa é que a taxa básica de juros seja reduzida para 6,25% e que o Copom encerre o ciclo de reduções na taxa, conforme anunciado em março, na última reunião do comitê- quando a taxa foi reduzida para 6,5%, na décima segunda redução consecutiva da taxa.

Ao definir a taxa Selic, o BC está mirando na meta de inflação, que é de 4,5% neste ano, com limite inferior de 3% e superior de 6%. Para 2019, a meta é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. De acordo com pesquisa do BC a instituições financeiras, a inflação deve fechar 2018 em 3,49% e 2019 em 4,03%.

Com a redução na taxa básica, investimentos baseados nos juros - como a poupança e os fundos de renda fixa - se tornam menos atraentes para o mercado, pois tem ganhos menores. Em contrapartida, investimentos de maior risco - como expansões de empresas, investimentos em bens de capital e ações - se tornam mais atraentes, incentivando investimentos práticos.

Por sua vez, para o consumidor a redução da taxa Selic implica em uma redução nos juros de crédito - que não tem sido acompanhada de forma proporcional pelas operadoras de crédito: do contrário, enquanto a taxa básica de juros cai, os juros no crédito tem aumentado, apesar da queda na Selic.

O quadro de redução da taxa básica de juros vem ao mesmo tempo em que o mercado financeiro demonstra preocupação com as cotações do dólar - que ultrapassou R$ 3,60 na semana passada.

Acijs anuncia palestra sobre liderança positiva

A Acijs realiza no dia 5 de junho palestra gratuita sobre liderança positiva, voltada a profissionais da área de gestão de pessoas e líderes de equipes em organizações de todos os setores. O evento ocorrerá às 19h30 no Centro Empresarial de Jaraguá do Sul e é aberto a todos os interessados em despertar novas possibilidades do exercício da liderança a partir do conceito de liderança positiva.A palestra será conduzida por Luana Rodrigues Borba Barcelos, profissional com formação pelo Instituto Brasileiro de Coaching, psicóloga e pós-graduada em gestão de pessoas.Informações e inscrições pelo telefone (47) 3275-7059 ou pelo e-mail eventos@acijs.com.br.

Aciag discute investimentos da Celesc para Guaramirim

Os investimentos e planejamento da Celesc para o município de Guaramirim foram discutidos nesta segunda-feira (14) pela Associação Empresarial de Guaramirim (Aciag). O convidado desta semana foi o gerente da regional Norte da Celesc, Wagner Vogel, apresentando o planejamento da companhia para a cidade.

Joinville recebe congresso de Apicultura

Esta semana, dos dias 16 a 19, Joinville recebe o 22º Congresso Brasileiro de Apicultura e o 8º Congresso Brasileiro de Meliponicultura, na Expoville. O evento é considerado o maior do setor no país. A organização é da Confederação Brasileira de Apicultura (CBA), da Federação das Associações de Apicultores e Meliponicultores de Santa Catarina (Faasc) e Epagri (Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina). Os quatro dias de encontro contarão com a participação de 45 expositores e mais de 100 palestrantes, com participantes confirmados de seis países.

Previsão do PIB  volta a cair

O mercado financeiro reduziu novamente a estimativa para o crescimento da economia este ano. A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, agora passou de 2,70% para 2,51%. Essa foi a segunda queda consecutiva. Para 2019, a previsão permanece em 3%.As estimativas são do boletim Focus, publicação divulgada às segundas-feiras pelo Banco Central (BC), na internet.

Em alta, petróleo beneficia a Petrobras

A alta do preço do barril de petróleo no mercado internacional, que passou dos US$ 70 na última sexta-feira, é boa para o país, para estados e municípios e também para a Petrobras, que fechou o primeiro trimestre do ano com um lucro líquido de R$ 6,9 bilhões, resultado 56% maior do que o de igual período do ano passado, segundo especialistas consultados pela Agência Brasil. Mantidas as tensões geopolíticas atuais, principalmente no Oriente Médio, e a posição da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) de corte da produção, a tendência é de que o preço se sustente e até venha a aumentar mais ainda, fechando o ano com um preço médio de US$ 75 o barril.