Ano que vem, os atuais cursos de ensino médio do Senai passam a se integrar ao Sesi, a maior rede privada de educação básica do país, composta por mais de 500 escolas e aproximadamente 300 mil estudantes em todo o território nacional.

Com a integração, os alunos terão acesso a metodologias e tecnologias educacionais diferenciadas como games educativos, atividades “mão na massa” e robótica, que hoje não são oferecidos pelo Senai, mas são oferecidos pelo Sesi, passando a integrar a metodologia de ensino integrado do Sesi.

Entre as atividades oferecidas estão games educativos que valorizam o raciocínio lógico-matemático, atividades práticas voltadas para o letramento científico e atividades de robótica educacional em conceitos de engenharia, física, design e programação, com incentivo à participação em torneios de robótica em âmbito estadual, nacional e até internacional.

O objetivo da mudança é integrar os estudantes catarinenses à proposta em andamento nos demais estados, incluindo o acesso a recursos do Sesi Nacional, sempre priorizando a qualidade do ensino, afirma o diretor de educação do Sesi de Santa Catarina, João Roberto Lorenzett.

“Estamos agregando duas instituições fortes e relevantes neste modelo”, acrescenta. Os cursos terão mais ênfase no ensino de ciências, tecnologia e matemática. As aulas continuarão a ser ministradas nas escolas do Senai.

O novo modelo incorporará as turmas em andamento em 14 cidades do estado. As matrículas estão abertas e podem ser feitas nas unidades do Senai. Na unidade de Jaraguá interessados podem obter mais informações pelos telefones (47) 3372-9500 (SENAI) e  3372-9430 (SESI), ou 0800 48 12 12.

CDL entrega demandas para Caropreso

Durante a penúltima plenária mensal de 2018, a CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas) de Jaraguá do Sul recebeu o deputado estadual reeleito Vicente Caropreso. Foram apresentadas bandeiras para o próximo mandato e também para a diretoria da entidade enfatizar os pleitos do segmento.

Conforme Caropreso, a saúde e a segurança devem ganhar atenção a partir de 2019. “A saúde é minha obsessão. Defendo os modelos de hospitais filantrópicos no estado.

“Pretendo levar os anseios da nossa região ao comandante Moisés”, enfatizou. Por outro lado, o presidente da CDL, Gabriel Seifert, ressaltou as demandas do setor, como a regulamentação do cupom fiscal eletrônico e a redução de alíquotas do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).

Ele também fez questão de frisar a importância de se buscar a conclusão da duplicação da BR-280, a redução de gastos públicos com privilégios e a priorização de propostas que melhorem a segurança, a educação e a saúde.

Os pleitos da CDL incluem, ainda, o aumento de vagas em creches, a destinação de mais policiais para o município e a participação de Caropreso na frente parlamentar do varejo.

Whatsapp vai ter propagandas

Segundo o vice-presidente do WhatsApp Chris Daniels, a barra Status do WhatsApp, onde os Stories são veiculados, vai passar a conter vídeos e imagens de publicidade para tirar do papel os planos de monetização do app citados por Mark Zuckerberg ainda em setembro.

De acordo com a empresa, cerca de 450 milhões de usuários acessam a seção de Status do WhatsApp diariamente. A medida vai começar pela versão de iOs do aplicativo, antes de migrar para as versões de Android.

Selic em 6,5%

Pela quinta vez seguida, o Banco Central (BC) não alterou os juros básicos da economia. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve nesta quarta-feira (31) a taxa Selic em 6,5% ao ano, na primeira reunião do órgão depois das eleições presidenciais. A decisão era esperada pelos analistas financeiros. A taxa se mantém no menor nível desde 1986.

De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi mantida em 7,25% ao ano e passou a ser reajustada gradualmente até alcançar 14,25% ao ano em julho de 2015. Em outubro de 2016, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegasse a 6,5% ao ano em março de 2018.

Produção industrial caiu 1,8% em setembro

A produção industrial brasileira caiu 1,8% em setembro frente ao mês anterior, segundo divulgou nesta quinta-feira (1) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), pressionada pela queda de bens de consumo duráveis e pela menor produção de automóveis.

Trata-se da terceira queda mensal seguida do setor e também a queda mais acentuada para um mês de setembro, na comparação com o mês imediatamente anterior, desde 2015, quando foi de 2,2%.

 

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