A edição, na quarta-feira (24), do decreto 187, pelo governo do estado, mantém as atuais condições tributárias a setores que não foram incluídos nos projetos de lei que revisaram incentivos fiscais e foram aprovados pela Assembleia Legislativa (Alesc) antes do recesso parlamentar.

“Esta é uma etapa importante enquanto o governo elabora um novo projeto de lei incluindo estes setores, que será discutido na Assembleia", avalia o presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), Mario Cezar de Aguiar.

"É mais um passo dentro do processo de construção de uma nova política industrial, com participação do setor produtivo, do legislativo e do executivo, para garantir a produção e o desenvolvimento do Estado”, completa.

Dívida pública

Um dos indicadores que mede a solvência da economia brasileira, a Dívida Pública Federal (DPF) está prestes a romper a barreira de R$ 4 trilhões. Segundo números divulgados  pelo Tesouro Nacional, a DPF fechou o mês passado em R$ 3,978 trilhões, com alta de 2,6% no primeiro semestre.

Juros do cheque especial

A taxa de juros do cheque especial subiu 1,3 ponto percentual em junho, comparada a maio, e chegou a 322,2% ao ano. Em 2019, os juros do cheque especial já subiram 9,6 pontos percentuais. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (26) pelo Banco Central.

Desembolsos do BNDES

Os desembolsos efetuados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) atingiram R$ 25 bilhões no primeiro semestre, queda de 9% em comparação a igual período do ano passado. Em 12 meses, houve expansão de 3% ante o período anterior, com liberações de R$ 66,7 bilhões.

Do total de desembolsos feitos entre janeiro e junho, 45,5% (R$ 11,4 bilhões) se destinaram a projetos da área de infraestrutura, alta de 4% em relação ao primeiro semestre de 2018.

Fusão da AGU

Um estudo da FGV (Fundação Getulio Vargas), encomendado pelo Anafe (Associação Nacional dos Advogados Públicos Federais), concluiu que uma eventual fusão da AGU (Advocacia-Geral da União) com outros três órgãos economizaria R$ 1 bilhão aos cofres públicos.

A fusão seria da Procuradoria-Geral Federal, da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, da Procuradoria do Banco Central e da Advocacia-Geral da União.

 

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