O cenário econômico e político se transforma constantemente. Essas oscilações podem afetar os negócios ou ainda gerar boas oportunidades de crescimento.

Quem falará mais sobre o assunto é o economista Ricardo Amorim em uma palestra que comemorará os 40 anos da fundação da Associação Empresarial de Guaramirim (Aciag).

O evento, está marcado para o dia 9 de julho (segunda-feira), a partir das 20 horas, no salão da Igreja Senhor Bom Jesus, no Centro de Guaramirim.

Fiesc e Acijs promovem fomento à inovação

Nesta terça-feira (29), a Fiesc promove a etapa local do Circuito Santa Catarina de fomento à inovação, com apresentação de cases das empresas Sol Paragliders (Jaraguá) e Fundipress (Timbó), palestras sobre linhas de financiamento e o lançamento do Edital de Inovação para a Indústria Catarinense do Senai, Sesi e Iel.

O evento tem o apoio da Acijs, Apevi, BRDE, Badesc e Embrapii e a participação é gratuita e aberta a todas as empresas interessadas. Informações e inscrições pelos telefones (47) 3372-9454, 3372-9591 e 3372-9415.

SCGÁS reitera abastecimento de GNV

Em virtude da greve promovida por motoristas de caminhão que corre em todo país, a SCGÁS informa que o abastecimento com gás natural veicular (GNV) aos postos de combustíveis, em sua maioria, não será prejudicado pelas paralisações. Os segmentos industrial, comercial e residencial também não serão afetados.

Abastecimento de caixas eletrônicos em risco

O estoque de combustível dos fornecedores que atendem às transportadoras de valores duram até domingo (27), segundo a TecBan, empresa que administra a Rede Banco24Horas de caixas eletrônicos. Segundo a empresa, há risco de desabastecimento de caixas eletrônicos por causa da greve dos caminhoneiros se faltar combustível para os carros-fortes.

Anfavea paralisa todas as fábricas

A paralisação dos caminhoneiros afeta também o mercado automobilístico. A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) informou que, a partir desta sexta-feira (25), todas as linhas de produção instaladas no Brasil estão paradas. A indústria automobilística gera mais de R$ 250 milhões de impostos por dia e, por isso, a paralisação terá forte impacto na arrecadação do país.

CNI crítica paralisação

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou nota nesta quinta-feira (24) criticando a paralisação dos caminhoneiros, que já dura quatro dias, e ressaltou que o movimento atrapalha a recuperação da economia.

"O bloqueio das rodovias do país prejudica a operação das indústrias, aumenta os custos, penaliza a população e tem efeitos danosos sobre a economia, que enfrenta dificuldades para se recuperar da crise recente", disse a entidade, em nota.

CDL manifesta apoio à paralisação

A CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas) de Jaraguá do Sul comunica que apoia o movimento de paralisação dos caminhoneiros, realizado em diversos pontos do país, incluindo o Norte Catarinense. A entidade entende que o atual cenário, com altos impostos, prejudica também os comerciantes e toda a população.

Por isso, compreende a posição dos lojistas que decidirem por interromper o atendimento aos consumidores como forma de incentivar a manifestação. Porém, como entidade, que representa toda a classe, não se colocará como incentivadora da iniciativa, pois entende que a liberdade de manifestação é individual.

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