O ensino superior em Jaraguá do Sul recebeu um aporte de recursos considerável esta semana: a Faculdade Jangada, instituição particular de ensino superior com cerca de 900 estudantes, foi adquirida por R$ 7,6 milhões pela Unisociesc. A entidade é referência em educação e tecnologia no Sul do país e possui dez unidades, nos estados de Santa Catarina e Paraná.

Segundo Sandro Murilo Santos, reitor da Unisociesc, a união fortalece a presença da instituição na região nordeste de Santa Catarina.

“Seguindo a característica regional, Jaraguá do Sul representa um grande polo metal mecânico, de automação e têxtil, onde o espírito empreendedor dos empresários alavancou grandes empresas de destaque nacional e internacional”, afirmou.

Ainda não há anúncio de mudanças no que é ofertado pelo Jangada, mas segundo a UniSociesc, há possibilidade de criação de novos cursos e projetos acadêmicos, assim como de investimentos e troca de práticas nas mais diversas áreas de atuação.

A julgar pelas declarações da instituição de ensino, é de se esperar novos investimentos para as áreas de engenharia e administração, com foco nas demandas do empresariado local, mantendo-se o perfil de educação voltada para o mercado de trabalho.

A entidade também mantém campus no Jaraguá do Sul Park Shopping, com capacidade para cerca de 2 mil alunos.

Com quase 60 anos e atuação em quase todos os níveis da educação, a Unisociesc é parte da Ânima Educação, um dos maiores grupos de ensino superior do país, com 15 anos de atuação e presença em cinco estados brasileiros – São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Santa Catarina e Paraná.

Além da UniSociesc, também integram a Ânima o Centro Universitário Una (MG e GO), o Centro Universitário UniBH (MG) e a Universidade São Judas Tadeu (SP). O grupo cerca de 100 mil alunos, mais de 3.800 colaboradores e aproximadamente 3 mil professores.

Oportunidades de exportações no Cejas

Ampliar a presença do setor no mercado global é desafio para as entidades organizadas do setor produtivo.

Neste sentido, a Fiesc (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina) promove na sexta-feira, dia 20, um seminário para apresentar oportunidades de exportações para as micro e pequenas empresas, contando para isso com a presença de especialistas.

O evento ocorrerá no Cejas – Centro Empresarial de Jaraguá do Sul, das 9h30 às 16 horas. A participação é gratuita e mais informações podem ser obtidas pelo telefone (48) 3231-4651 ou pelo e-mail cin@fiesc.com.br.

44%

Esse é o índice de brasileiros que já usaram nome de terceiros para compras a crédito. Segundo um levantamento do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), de cada dez brasileiros, quatro (44%) já pediram o nome emprestado a outras pessoas para fazer compras a crédito – principalmente as pessoas das classes C, D e E (48%) e as mulheres. Eletrônicos e roupas são os produtos mais adquiridos com documentos de terceiros.

Dispensa de licitação

Entra em vigor nesta quinta-feira (19) o Decreto nº 9.412/2018 que altera todos os preços das modalidades de licitação no Brasil.

Os valores de dispensa para compras diretas, sem licitação, não eram atualizados desde 1998 – até R$ 15 mil para obras e serviços de engenharia e R$ 8 mil para os demais bens e serviços comuns.

O decreto trouxe a correção de 120% nesses limites, elevando-os para R$ 33 mil e R$ 17,6 mil, respectivamente.

Portabilidade chega a 3,13 milhões

O número de transferências de números entre operadoras de telefonia fixa e móvel no país, a chamada portabilidade numérica, alcançou a marca de 3,13 milhões no primeiro semestre de 2018.

De acordo com o relatório da Associação Brasileira de Recursos em Telecomunicações (ABR Telecom), desse total, 711,78 mil (23%), dizem respeito a trocas de operadoras de telefonia por solicitação de usuários de serviço fixo e 2,42 milhões (77%) para os do serviço móvel.

Aumento de até 3,86% na conta de luz

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta quarta-feira (17) o reajuste de 45,52% na receita anual de geração de 69 usinas hidrelétricas que atuam no regime de cotas. A medida vai provocar aumento nas contas de luz entre 0,02% e 3,86%, segundo a Aneel.

O impacto médio será de 1,54%. Na conta de luz, o reajuste depende da data do reajuste aprovado pela Aneel e da quantidade de cotas (volume de energia) que cada distribuidora compra das hidrelétricas.

O volume de cotas de cada distribuidora representa, em média, 22,64% dos contratos de energia das concessões.

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