Foto Marcelo Camargo/Agência Brasil
Foto Marcelo Camargo/Agência Brasil

A decisão do governo federal de suspender a instalação de novos radares e de rever a necessidade de aparelhos já em operação nas rodovias federais significará praticamente o fim da rede ainda existente.

Nas rodovias federais de Santa Catarina, 588 pontos já foram desativados. No Dnit, em Florianópolis, não informação de quantas faixas continuam sendo monitoradas “porque as empresas aos poucos vão retirando seus equipamentos”.

No Brasil, o sistema de fiscalização eletrônica encolheu de 5,5 mil pontos ativos, em julho de 2018, para cerca de 440 até março deste ano, ao longo dos 52 mil quilômetros de vias administradas pela União. Os dados foram levantados pelo jornal O Globo.

A maior parte dos pardais, como ao longo da BR-280, se tornou inativa porque os contratos de manutenção e funcionamento venceram, sem que o governo federal admitisse novos prestadores do serviço.

Em 7 de março, Bolsonaro disse pela primeira vez que cancelaria a instalação de novos equipamentos para combater o que chamou de “indústria da multa”. O governo federal ficou de analisar, ainda, em quais locais realmente os aparelhos são necessários.

De um lado esse argumento agrada parcela da população que vê absurdos como é o caso de radar a 40 ou 60 Km em plena rodovia. De outro, há temor que sem fiscalização o número de acidentes, foram quase nove mil no ano passado só nas rodovias de SC, aumente.

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) considera que a presença dos radares contribuiu para redução de 24,7% no número de mortes nas vias federais entre 2010, quando o governo implantou o Programa Nacional de Controle Eletrônico de Velocidade, e 2016. Passou de 7.083 para 5.333 óbitos no período. A quantidade de desastres também caiu, de 191.161 para 95.965, uma queda de 47%.

Confiantes no novo voo

Deputado estadual Vicente Caropreso em encontro com governador de São Paulo João Dória. Também participaram Vinicius Lummertz, Marco Vinholi, Giovania de Sá, Clésio Salvaro e Clenilton Pereira.

Caropreso diz que ficou entusiasmado com a nova perspectiva que está sendo desenhada para o PSDB tanto no estado quanto no país.

Sem devolução do Fundo (1)

A Câmara dos Deputados rejeitou uma emenda do deputado federal Marcel Van Hattem, do Partido Novo do Rio Grande do Sul, para que partidos políticos possam devolver sobras de dinheiro do Fundo Partidário que receberam para financiar as suas atividades.

Contrário à existência do fundo, o Novo diz que o dinheiro está guardado até que seja permitida a devolução para a União. Atualmente, a Justiça Eleitoral permite apenas a renúncia com fins de redistribuição.

Ou seja, se o Novo abdicar oficialmente da sua parte no Fundo, ela seria distribuída proporcionalmente entre os demais partidos, de acordo com o critério padrão.

Como votaram nossos deputados (2)

Ao todo, foram 144 votos a favor da possibilidade de devolução do fundo, 294 contra e três abstenções. Dos deputados federais de Jaraguá do Sul, Carlos Chiodini (MDB) votou favorável à possibilidade de os partidos devolverem o recurso à União.

Já Fabio Schiochet votou contra a proposta do Novo. À coluna, Schiochet disse que seguiu orientação do PSL. “Fui eleito para dar base ao Bolsonaro na Câmara, sendo assim, pode haver algumas votações impopulares”, justificou.

Já Carlos Chiodini disse entender que a lógica é que se o recurso não for utilizado pelo partido seja devolvido aos cofres públicos.

Novo lamenta derrota (3)

Lideranças do Partido Novo em Jaraguá do Sul lamentam a rejeição do projeto que permitiria à sigla devolver recursos à União.

“Somente o que o Novo irá receber esse ano e pretende devolver está estimado em R$ 24 milhões, precisa somar ainda o acumulado desde 2015. Se para os atuais deputados não é importante a devolução desses recursos para ser investido em saúde, educação e segurança, fico curioso para saber o que lhes importa, lembrando que foram eleitos para representar o povo”, comentou Leandro Schmöckel.

Adote um verde

A Prefeitura de Jaraguá do Sul deve lançar nesta semana edital com 52 pontos, entre canteiros e praças, que poderão ser adotados por empresas, que em troca poderão fazer publicidade. A sugestão do projeto é do vereador Eugênio Juraszek (PP).

O parlamentar diz que, além de diminuir custos para a Prefeitura, o projeto vai gerar emprego e renda para jardineiros da cidade.

 

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