Na véspera da estreia do Grêmio Esportivo Juventus na elite do futebol catarinense, onde enfrentaria o Figueirense no Orlando Scarpelli, em Florianópolis, profetizávamos aqui nesse espaço editorial que o nosso Moleque Travesso seria do tamanho de Jaraguá. Reconhecíamos que o adversário era forte, mas que nosso representante seria gigante. Ponderávamos, ainda, que não se poderia garantir vitória, mas seria possível assegurar empenho, determinação e comprometimento. E sustentávamos que a vitória seria consequência natural desta postura.

A profecia está se cumprindo. A vitória na casa da Chapecoense, jogando bem, demonstra que o Moleque Travesso vem personificando a máxima do poeta e dramaturgo francês Jean Cocteau: “não sabendo que era impossível, ele foi lá e fez.” Ah, mas a poça d’água ajudou. Bem, quando há determinação e atitude vencedora, até a poça d’água joga a favor. Além disso, há que se considerar que a bola foi conduzida pelo nosso time para poça d’água.

Antes da arrancada, alimentava-se a expectativa de que a grande travessura do Moleque seria apresentar um padrão de jogo que o mantivesse na elite do Catarinão. No entanto, o padrão até aqui apresentado, sugere que essa travessura pode ir além. Isso comprovaria a milenar sabedoria de Sun Tzu: “para ser vitorioso é preciso ver o que não está visível”.

A torcida, que também ganha jogo, vem correspondendo e testemunhando o comportamento e atitude de nosso representante. Somado a isso, temos uma profissional e empenhada comissão técnica, atletas, dirigentes, patrocinadores, imprensa, apoiadores e benção do Pe. Elemar, formando uma conexão de forças conspirando a favor de nosso time. O Moleque é digno do apoio de todos, para que continue com suas travessuras.