Assim como a perda de um ente querido, o fim de um relacionamento também pode levar ao luto. Nesse sentido, é válido conhecer as cinco fases que um término poderá levar:

Negação: as pessoas tendem a agir como se nada tivesse acontecido, negando o término e mantendo-se no relacionamento quase a qualquer custo.

Raiva: aqui, há culpabilidade de tudo e todos pelo fim do relacionamento, desejando ainda que o outro sinta a “mesma dor que está sentindo”, uma vez que ocorre sentimento de injustiça.

Barganha: fase da negociação pensa-se em como solucionar esse término, alguns, tentam negociar para voltar, outros buscam terapia para lidar o ocorrido.

Depressão: há tristeza profunda, sentimento de culpa, pensamentos negativos em relação ao presente e futuro, vê-se apenas as consequências ruins do término, sendo incapaz de analisar aspectos positivos. Esta é umas das fases mais críticas e onde a ajuda de um próximo é indispensável.

Aceitação: compreende-se que a responsabilidade por pelo ocorrido não foi apenas de um, bem como é normal que ciclos se encerrem. Isso não significa que a outra pessoa será esquecida completamente, afinal, fez parte da sua vida, mas, aquela pessoa se tornará menos importante e então você dará espaço para outros momentos, seja só, seja em companhia.

Vale ressaltar que as fases não são necessariamente seguidas na mesma ordem, podendo ocorrer alternância. Além do mais, há pessoas que não passam por todas elas.

Ainda há muito que se falar sobre o tema, que pode ser amplamente debatido em terapia psicológica. Se você quer trabalhar as questões do luto em terapia, procure um profissional.

Marcos Silva da Silveira

Psicólogo clínico (CRP 12/14788), psicoterapia para adolescentes, adultos e idosos.

Onde atende: Policlínica Rio Branco, na rua Barão do Rio Branco, 207 - Sala 6, no Centro de Jaraguá do Sul.
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