Pessoas são mais saudáveis e produtivas se forem felizes. Ainda mais, se tiverem uma vida com propósito, não vivendo a vida só para si e, dotadas de algum talento para se comunicar,
dividir isso com os outros.

Existe muito preconceito frente a livros de ‘autoajuda’, principalmente por aqueles que já os leram e, mesmo tirando bom proveito, adoram desqualificá-los, chamando-os de livros ‘babacas’. Esquecem-se, parece, que antes de “ajuda” vem a “auto”.

Estranho, não ?!? Até parece, também, que não querem que outros tenham a mesma oportunidade. Mas, vamos lá !!!

Os livros de autoajuda, geralmente, são procurados por quem busca se aprimorar através de métodos com potencial de causar mudanças, principalmente de cunho emocional, físico, intelectual, espiritual e econômico.

Sim, são tantas promessas e são tantos os livros a figurarem entre best-sellers, que é difícil não se questionar se realmente funcionam.Inclusive, com objetivo de testar a eficácia das dicas deste gênero, duas amigas, Kristen Meinzer e Jolenta Greenberg, criaram o podcast “By The Book”, disponibilizado pela rede Panoply Media.

Por duas semanas, elas viveram de acordo com cada regra de vários destes livros, narrando, de forma leve e engraçada, como foi testar as técnicas e que resultados conseguiram extrair (se conseguiram algum ... rsrs). No final, concederam vereditos, recomendando, ou não, a leitura.

Pois bem !!! Este articulista está lendo um bem interessante (pelo menos, para ele), em que um dos autores é Nizan Guanaes, um dos cinco brasileiros mais influentes do mundo, segundo o Financial Times, e embaixador global da Unesco. Título: “Você aguenta ser feliz ?”.

O livro foca os cuidados com a saúde mental e física para se ter qualidade de vida e, já de cara, destaca: “nas redes sociais, parece que ninguém tem problema. É um mundo de perfeitos e da perfeição”.

Sim, nestas vitrines globais, praticamente ninguém fala de suas dificuldades pessoais. Com exceção de eventuais lutos de familiares, só sobre sucessos, alegrias e fatos notórios, tudo para “papaguear” felicidade plena.

Mas, há o lado bom: pessoas são mais saudáveis e produtivas se forem felizes. Ainda mais, se tiverem uma vida com propósito, não vivendo a vida só para si e, dotadas de algum talento para se comunicar, dividir isso com os outros.

Algo que tocou muito este articulista, e atribuído ao escritor Mark Twain, é que “geralmente, se chega mais longe comendo o que não se gosta, bebendo o que não se gosta e fazendo o que não se gosta. Por exemplo, ninguém curte acordar cedo e no frio. Gosta-se, sim, do que vem depois. O desafio, então, é se fazer coisas que não são saborosas naquele momento, mas que depois rendem frutos maravilhosos”.

Tudo tal como para este Comentarista, que, ao final de cada corrida diária, maratona ou percurso longo de bike, se sente verdadeiramente “no céu”, quase como que depois de um namoro completo na horizontal. Espera aí, ele não troca, não, por este clímax divino, mas confessa que alivia muito ... rsrsrs ...

A realidade é que existe uma epidemia de problemas mentais, com grande quantidade de suicídios, burnout e depressão, apesar de toda a “felicidade” no mundo virtual, onde ninguém fala que tem/teve depressão ou flerta/tou com o alcoolismo.

Enfim, não dá para ser feliz sem saúde mental. Pessoas que não dormem bem, por exemplo, não têm a menor chance de ser felizes. Elas pensam mal, rendem mal.
Contudo, felizmente, cerca de 20% das pessoas já nascem com a felicidade na cabeça, vêm feliz “de fábrica”. Mas, os outros 80% só conseguem ser felizes porque se esforçam para chegar ao nirvana.

Enfim, àqueles que defendem um culto à felicidade, vale perguntar: mas, afinal, o que é felicidade ?!? Dou-lhe uma, dou-lhe duas, dou-lhe três ...

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Emílio Da Silva Neto

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