De acordo com o Art. 196 da Constituição brasileira, “a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.”

Temos sustentado que, a percepção do cidadão brasileiro, em uma escala de importância para os serviços públicos, a saúde é prioridade nº 1. Essa classificatória realidade não é diferente em Jaraguá do Sul. Entretanto, o diferencial aqui, é o modelo de gestão. Significa dizer que, em qualquer lugar, a cifra do orçamento da Saúde é, tão somente, uma expressão numérica.

O que garantirá o efetivo retorno para a população, será a coerência e responsabilidade na aplicação dos recursos. Nesse sentido, pode-se dizer que: acolhimento à população; mutirão de exames; cirurgias e minicirurgias; acessibilidade nas unidades de saúde; projeto ‘protocolo de enfermagem’ premiado; e redução das filas de espera, são provas da coerência e responsabilidade que tem caracterizado a gestão da nossa Saúde.

Na tarde de segunda-feira (13), a Secretaria de Saúde de Jaraguá do Sul, acompanhada de Auditoria e Controle, analisaram a dinâmica e estrutura logística das cirurgias ginecológicas do Hospital Jaraguá. Constatou-se um avanço significativo no cronograma de cirurgias ginecológicas.

Nos últimos nove meses foram feitas mais de 1.300 avaliações para os procedimentos, e realizadas mais de 400 cirurgias. Por conseguinte, a fila de espera, que já foi de mil pessoas, é atualmente, de apenas 33 pacientes esperando para avaliação. Sem dúvida, uma importante vitória da saúde.