Por Nelson Luiz Pereira _ conselheiro editorial do OCP

O varejo vem sendo cada vez mais reconhecido, no cenário econômico brasileiro, por se destacar como gerador do maior número de empregos, arrecadador de tributos, e representar dois terços do PIB do país. Além disso, de acordo com estatísticas, é o setor que melhor tem suportado e respondido aos impactos provocados pela devastadora pandemia.

Por conta disso, alguns economistas já revisam as projeções negativas para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano, cujas expectativas vinham girando em torno de menos 6%. Santa Catarina está entre os primeiros estados brasileiros a apresentar retomada da economia, impulsionada, notadamente, pelo setor do comércio varejista.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é a unidade da federação que mais vem crescendo entre as regiões do Sul e Sudeste. Naturalmente, dadas as características peculiares, a reação do varejo a uma determinada crise, sempre será mais célere.

O desafio, no entanto, é a sustentabilidade dessa reação. Traduzindo para nossa realidade local, o setor varejista jaraguaense também registra significativa participação na economia e, certamente, surfará a onda promissora.

Mas cabe evidenciar que a importância, o fortalecimento e o crescimento desse setor, está em reconhecer que, de forma geral, ele é a porta de entrada de um significativo contingente de pessoas para o mercado de trabalho. Está, sobretudo, na atitude social de se privilegiar o consumo no comércio local.

Em contrapartida, o desafio do varejo local está em seguir adequando as operações de forma a atender as novas expectativas de demanda, mas, garantindo segurança aos colaboradores e clientes.

 

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