O novo cenário pandêmico regido agora pela variante Ômicron do novo coronavírus SARS-CoV-2, já contaminou o mundo com impressionante velocidade.

Os sintomas característicos são: dor muscular, tosse, febre, calafrios, dor de garganta, dor de cabeça, congestão nasal ou coriza, vômito, diarreia, cansaço, dificuldade de respirar, podendo ainda ter perda de olfato e paladar.

Embora ela represente menos de 50% de risco de hospitalização e morte, comparada com a Delta, a contaminação em massa gera custos sociais e econômicos expressivos. Estudos prévios da Comunidade Científica, dão conta de que as vacinas atuais podem ser menos eficazes contra a Ômicron, no entanto, elas proporcionam proteção contra hospitalização e doenças graves.

Reportando-se especificamente a nossa comunidade, cerca de 8.500 pessoas já se contaminaram somente no primeiro mês desse ano. É o maior número de casos desde o início da pandemia. Entretanto, de acordo com a Secretaria de Saúde, é preciso salientar que, em virtude de a vacinação já ter atingido mais de 92% da população na primeira dose, e 82% na segunda, a taxa de ocupação dos hospitais tem se mostrado baixa.

Lamentavelmente, esses fatores conjugados, tem gerado a falsa sensação de segurança na população, negligenciando-se assim, os devidos cuidados protocolares. A realidade aponta que a busca por exames e atendimentos médicos vem gradativamente sobrecarregando a estrutura e atenção primária da saúde pública.

Por isso, comprometido com as causas que impactam nossa comunidade, a edição de hoje do OCP, traz na página 10, uma matéria orientativa sobre a atual situação da pandemia em nossa cidade. Por fim, ressalta-se que o senso coletivo deve estrar acima do individual. O momento requer atitude de prevenção, colaboração, responsabilidade, bom senso e cidadania.