Anualmente, desde 1914, é celebrado no último domingo de setembro, o Dia Mundial do Migrante e do Refugiado (DMMR). O martírio dos imigrantes é um problema humanitário. Os constantes fluxos populacionais que acontecem entre países, são conhecidos como migrações internacionais.

De acordo com estudos, esse movimento se dá basicamente por dois fundamentais motivos: atração ou repulsão. No primeiro, as pessoas vão em busca de melhores condições de vida, atraídas por países mais desenvolvidos do que os seus. No segundo, as pessoas fogem de seus países por conta de guerras, perseguições políticas, catástrofes, entre outras ameaças.

Estudos indicam ainda, que os principais fluxos migratórios são de Latino-Americanos, Africanos e Asiáticos em direção aos Estados Unidos, Europa e Japão. Muitos países do mundo dificultam ou fecham suas portas para imigrantes e refugiados. Considerá-los um estorvo ou uma oportunidade sempre será uma escolha político humanitária.

O Brasil, por ser um país em desenvolvimento e democrático, tem atraído muitos imigrantes e refugiados na última década. O fluxo maior tem sido de haitianos, venezuelanos e colombianos.

Reportando-se à nossa realidade local, de janeiro a agosto deste ano, foram acolhidos pela Secretaria de Assistência Social da Prefeitura de Jaraguá do Sul, 55 novos imigrantes entre haitianos, venezuelanos, argentinos, cubanos, chilenos e senegaleses.

Segundo a Secretaria, a Política Nacional de Assistência Social prevê que o atendimento aos migrantes deve estar garantido, de acordo com as demandas apresentadas.

A proteção Social Básica, através dos Centros de Referência de Assistência Social (Cras), reúne um conjunto de serviços, programas, projetos e benefícios de assistência social estruturados para prevenir situações de vulnerabilidades, risco pessoal e social.

Como se pode ver, adotamos uma política que enxerga o imigrante pela ótica da oportunidade, dignidade e respeito.