Por Nelson Luiz Pereira_conselheiro editorial do OCP

 

Tal qual os efeitos de uma guerra, a pandemia do novo coronavírus é uma real ameaça à vida, à saúde, às instituições, à liberdade, à economia e ao emprego. Num estado de guerra todos são conclamados a contribuir, e qualquer contribuição pode fazer a diferença.

No entanto, se a ordem é fazer a diferença, então salvar vidas passa a ser a missão mais nobre de todas. Esse propósito, tem sido assumido pelos bravos e incansáveis profissionais da saúde, atuando no front dessa batalha, desde o início.

Se, de fato, um relevante contingente de seres humanos já morreu, a intensa maioria está sobrevivendo graças a medicina e seus respectivos profissionais. Então, a reflexão que nos cabe, está na seguinte indagação: diante de tal pandemia, o que seria da humanidade sem a medicina e seus profissionais?

Matéria do OCP, discorre sobre uma justa e oportuna campanha intitulada “Heróis de Verdade”, lançada pelo Hospital de Guaramirim, cujo objetivo é despertar e mobilizar a sociedade, com vistas a oferecer apoio irrestrito a esses implacáveis profissionais.

Nesse momento emocionalmente delicado, qualquer iniciativa que promova humanização será bem-vinda. A sociedade precisa reconhecer que quem cuida também precisa de cuidado. Mesmo com o programa de imunização em curso, é preciso aliviar a carga física e emocional desses guerreiros da saúde.

Há muitas maneiras de se fazer isso: além de amparo pessoal de toda sorte, o acercar-se de informações fidedignas; cumprir as orientações sanitárias; não disseminar fake news; evitar aglomerações desnecessárias, usar máscara e tomar a vacina, são atitudes louváveis com significativos benefícios.

Observando-se esses preceitos, em muito se estará contribuindo, além de representar uma digna forma de gratidão a esses respeitáveis profissionais.