A mensagem global da área da saúde e da ciência é óbvia: enquanto houver pessoas não vacinadas, é grande o risco do vírus SARS-CoV-2 se propagar e de surgirem novas variantes. O acesso à vacina é um direito universal, além de ser um ato de cidadania indispensável ao adequado enfrentamento da pandemia de Covid-19.

Estudos científicos de diversos órgãos, dão conta de que o esquema vacinal completo, reduz em cerca de 90% o risco de morte pelo coronavírus. Prova disso, é que, atualmente, cerca de 80% das mortes por Covid-19, são de pessoas não vacinadas. Ou seja, um significativo risco infundado e desnecessário.

Vale evidenciar que a estrutura organizacional para o processo vacinal de Jaraguá do Sul, se mostrou e continua se mostrando modelo referencial. Até aqui, nada deixou a desejar. A funcional estrutura central foi montada no Parque Municipal de Eventos, e foi lá que, por 15 meses, se atendeu mais de 140 mil pessoas e se aplicou cerca de 326 mil doses da vacina até o momento.

Importante considerar que por trás do ato da aplicação do imunizante em cada pessoa, há muito estudo logístico, intensa capacitação, uma rotina frenética de cuidados específicos e técnicos, planejamento, informação, suporte emocional comunitário, e sobretudo, muita dedicação e doação. E tudo isso, com o único propósito de salvar vidas.

Agora, com a redução significativa dos casos, por conta do avanço da vacinação, as operações da Central de Imunização foram diluídas em quatro postos distritais. A partir de um olhar retrospectivo e avaliativo, a Secretaria Municipal de Saúde orgulha-se do sucesso pela inédita e árdua missão, traduzindo esse sentimento em gratidão, pois, os profissionais foram guerreiros, estiveram na linha de frente contra a Covid-19, e desempenharam um papel fundamental na saúde pública de Jaraguá do Sul.

Essa gratidão é recíproca por parte da grande maioria dos cidadãos jaraguaenses.