Adilson Tognolli, condenado a 22 anos de prisão pelo feminicídio de Neuza Grassmann, de 49 anos, foi encontrado morto na noite desta segunda-feira (14), dentro de uma cela no Complexo Penitenciário de São Pedro de Alcântara, na Grande Florianópolis. A causa da morte não foi informada pela Secretaria de Estado da Justiça e Reintegração Social (Sejuri). A Polícia Civil foi comunicada e a Polícia Científica realizou os procedimentos periciais. A principal hipótese é de suicídio, mas as circunstâncias ainda serão apuradas.
O crime ocorreu em janeiro de 2017, no bairro Salto do Norte, em Blumenau. Neuza foi encontrada morta dentro da quitinete onde morava, com um corte no pescoço. Uma das filhas localizou o corpo após passar o fim de semana procurando pela mãe. Na época, Tognolli estava foragido da Penitenciária de São Pedro de Alcântara após não retornar de uma saída temporária e utilizava um nome falso.
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Preso em setembro de 2017, Adilson foi condenado no ano seguinte a 22 anos de prisão pelo feminicídio e voltou a cumprir pena na mesma penitenciária de onde havia saído. Nove anos após o crime, ele foi encontrado morto dentro de uma cela da unidade prisional.