No próximo domingo, comemoraremos o Dia das Mães.
Data singela, criada em 1905 por uma moça chamada Anna Jarvis em uma pequena cidade do interior dos Estados Unidos. Junto com algumas amigas começaram um movimento para instituir um dia em que todas as crianças lembrassem e homenageassem suas mães.
Para Anna isso tinha um significado especial, pois sua mãe, que havia falecido há pouco, sempre falava que gostaria que existisse um Dia das Mães.
Durante alguns anos ela e suas amigas comemoraram a data, e lutaram pelo reconhecimento oficial. Em 1910, a Dia das Mães foi incluído no calendário do Estado da Virgínia, onde elas viviam. Em 1914, o 2o domingo de maio foi oficializado como o Dia das Mães nos Estados Unidos da América. A data espalhou-se pelo mundo e foi oficializada no Brasil em 1932.
Esta coluna, como não poderia deixar de ser, vem prestar uma homenagem antecipada, àquelas que nos deram o maior de todos os presentes: a vida.
Se há um diálogo que nunca se acaba na vida é o das mães com seus filhos.
Quando ainda está na barriga, a linguagem é silenciosa, mas ativa. Ela entende cada sinal da criatura que leva no ventre e traduz o menor de seus movimentos, mandando-lhe o recado do amor.
Nascida a criança, a mãe lhe dá o peito com o alimento e a garantia de uma aliança de afeto que nunca se acabará. E é por isso que a criança se agarra ao colo ou à mão da mãe na primeira infância. Amparada por ela, aprende os primeiros passos. Reprimida, a criança entende que os comportamentos têm limites.
Quando se assusta ou se surpreende olha para o rosto materno esperando resposta ou explicação. Se lhe dói alguma coisa no corpo ou na alma, chama pela mãe.
Devemos compartilhar as alegrias desta data, porque a família é nossa primeira escola e a mãe traz os mais belos e sublimes ensinamentos.
Mãe vê e entende aquilo que às vezes ninguém compreende.
É ela que reza por nós e é sempre esperança.
Mãe é emoção, é presença, e é também saudade.
Um Feliz Dia das Mães!