O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) emitiu nesta quinta-feira (5) um relatório registrando que não houve crime de coação dos pais dos adolescentes envolvidos no caso do cão Orelha contra Bruno Pereira, porteiro do prédio onde as famílias veraneiam.
Segundo a promotoria, o que aconteceu na noite do dia 12 de janeiro foi uma discussão pontual motivada pelo desacordo dos pais em relação à decisão de Bruno de tirar fotos dos adolescentes após eles descumprirem regras de acesso ao prédio. O cão comunitário Orelha não foi, em nenhum momento, tema da discussão.
Nas palavras do Ministério Público, “o episódio não teve caracterização de ameaça ou intimidação que configurasse crime”, e “não há elementos suficientes para responsabilização criminal no que se refere à alegação de coação, mantendo-se a decisão de arquivamento desse ponto específico, sem prejuízo de outras apurações conduzidas por vias próprias”.