Você sabia, que a alimentação correta e adequada para cada pessoa de acordo com a necessidade específica individual, melhora o humor, além claro da qualidade de vida.

O auxílio na produção de serotonina, não substitui o tratamento adequado, mas toda ajuda é bem-vinda, principalmente, em meio a Pandemia do COVID-19. Para aumentar a felicidade é preciso ficar atento a alimentação saudável para conseguir nutrientes, vitaminas e minerais.

A especialista Dra. Fernanda Cortez - Nutróloga e especialista em Endocrinologia pela Harvard Medical School, em Boston, reforça que temos um hormônio super importante chamado serotonina , um neurotransmissor que controla o humor, diminui a ansiedade, regula o ciclo do sono, ajuda regular o apetite, e melhora principalmente a saúde mental.

“Níveis baixos de serotonina aumentam muito a ansiedade, a depressão, o transtorno de humor, insônia, perda de memória, agressividade, por isso é importante sempre aumentar o hormônio da felicidade, e podemos fazer isso através da alimentação. Pois, o triptofano é um aminoácido essencial que não é produzido no organismo, é obtido através da suplementação ou alimentação, e ele é um indutor natural da serotonina”, acrescenta Dra Fernanda.

Ainda segundo a especialista, para manter uma alimentação saudável e ainda aumentar os níveis do hormônio da felicidade, é recomendável comer muitas frutas como: mamão, banana, abacate, melancia, limão, que são ricos em triptofano, e ainda leite, iogurte desnatado, são ricos em cálcio que estimulam esse neurotransmissor. Na lista ainda estão as oleaginosas, como castanha do Pará, nozes, amêndoas, ovos, mel, arroz integral, peixes, folhas verdes, como couve e rúcula , e chocolate acima de 70% cacau.

A atividade física também ajuda no equilíbrio mental, aumentado os níveis do de serotonina, dopamina e endorfina, os hormônios da felicidade.

 

Sobre Dra Fernanda Cortez

Especialista Drª Fernanda Cortez: Médica com Internship em Endocrinologia e Diabetes pós-graduada em Nutrologia pela ABRAN (Associação Brasileira de Nutrologia); e pós-graduanda em Nutriendocrinologia Funcional.