Cristiano Amaral Júnior, de 28 anos, manteve uma família refém por quase 10 horas nesta segunda-feira (5), em Balneário Gaivota. Conforme os policiais que acompanharam o caso, durante as negociações o homem não fazia quase nenhuma exigência.

“Ele não fazia exigência nenhuma, ele só falava que queria a invasão. Ele falava ‘invasão, invasão, vocês tem que me matar’. Então foi uma situação que exigiu bastante capacidade de negociação dos nossos especialistas para conseguir soltar os reféns”, falou o capitão Fortes, do BOPE, em entrevista à NDTV Criciúma.

O homem invadiu a casa por volta das 8h, a procura de um empresário que havia o dispensando do trabalho. Como não encontrou o homem, o criminoso fez refém uma mulher de 36 anos e três crianças, de 4, 12 e 16 anos. Ao longo do dia ele liberou os menores e ficou até às 17h com a mulher. No final do dia, Júnior libertou a mulher e partiu para cima dos policiais com uma faca, sendo atingido e morto no confronto.

"Os policiais fizeram o uso de armas não letais como algumas granadas de efeito moral, som e luz, mas mesmo assim ele investiu com a faca contra os agentes públicos, aí os policiais acabaram por desferir disparos de arma de fogo os quais o atingiram e ele acabou indo a óbito”, explicou o delegado responsável pelo caso, Luiz Otavio Pohlmann.

 

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