A Secretaria de Estado da Segurança Pública de Santa Catarina, por meio da Polícia Civil, divulgou um vídeo sobre o aparato policial realizado para transferir os presos no Rio Grande do Sul, de envolvimento no assalto à tesouraria do Banco do Brasil, em Criciúma, para Santa Catarina.

Dentre os transferidos para o sistema prisional catarinense está uma das lideranças do Primeiro Comando da Capital (PCC), detido em Gramado, na Serra gaúcha, três dias após o crime, com um comparsa.

A mobilização, realizada na semana passada, mas divulgada recentemente para não atrapalhar os trabalhos, envolveu unidades da Polícia Civil catarinense e gaúcha.

Prisões

Ao todo, 14 suspeitos de envolvimento, direto e indiretamente, foram presos em Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo. A polícia estima que ao menos 50 criminosos tiveram participação, alguns de menor relevância, mas que indiretamente colaboraram para a ação criminosa de alguma forma, seja na logística ou preparação.

Os detalhes das prisões, identidade dos detidos e função de cada um no crime não foram divulgados para não atrapalhar as diligências, haja vista a investigação ainda em andamento e possibilidade de futuras prisões.

O crime, que iniciou no final da noite de 30 de novembro, com o ataque ao batalhão da PM, e que perdurou a madrugada na área central, sitiou a cidade, deixou um policial gravemente ferido, reféns e repercutiu até no exterior. É a maior ação criminosa registrada em Santa Catarina, segundo a cúpula da segurança pública.

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