Dois ladrões que realizaram um furto em um restaurante em Jaraguá do Sul também teriam cometido crimes em outros locais da cidade. A reportagem do OCP apurou tentativas e arrombamentos em estabelecimentos comerciais nos bairros Água Verde e Chico de Paulo.

Na madrugada de sábado (12), os dois bandidos quebraram a porta de vidro de um autocenter, na rua Joaquim Francisco de Paulo.

De acordo com um dos sócios, os ladrões furtaram o dinheiro do caixa e outros itens do estabelecimento.

O prejuízo total calculado pelo comerciante, com a porta de vidro colocada nesta quinta-feira (17), foi de R$ 5 mil.

 

 

“Eu estava vindo para o serviço no sábado de manhã e recebi uma ligação de um senhor que passou na frente da minha loja. Ele me perguntou se eu estava sabendo de alguma coisa e me avisou que a porta estava quebrada. Ele [o ladrão] se cortou na entrada e ficou pingos de sangue. Eles levaram o dinheiro, máquinas do cartão, um telefone sem fio, um prejuízo de cerca de R$ 5 mil. A gente trabalha todo dia para se manter no mercado e uma ré dessas é complicada”, explica o comerciante, que não quis se identificar.

Uma outra comerciante contou para a equipe que os bandidos colocaram os itens em um Chevrolet Onix preto e, sem seguida, um dos envolvidos tentou invadir uma conveniência.

Ele jogou um paver (bloco de concreto) contra a porta do estabelecimento, mas não conseguiu quebrar a porta, mesma tática utilizada no autocenter.

“O nosso alarme disparou e, quando a gente chegou, tinha um paver jogado e muito sangue. Pelas câmeras, a gente viu que ele veio até aqui, jogou o paver, se jogou na porta, mas, após o alarme disparar, saiu tranquilamente”, conta a mulher, que quis manter o sigilo.

Foto: Fábio Junkes/OCP News

Um salão de beleza na rua Maria Umbelina da Silva também foi alvo dos criminosos durante o fim de semana.

Porém, desta vez eles realizaram o arrombamento na fechadura do estabelecimento.

Os ladrões levaram cerca de R$ 7 mil em materiais de trabalho do local.

“Eles levaram todas as máquinas que eu usava para trabalhar. Eu tinha uma chapinha e um secador reservas em casa, mas tive que comprar todo o resto dos materiais em 12 vezes. Eu acredito que tudo foi muito rápido, porque eles arrombaram e os vizinhos não perceberam”, afirma o cabeleireiro Fernando Voltolini.


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