O Tribunal do Júri condenou a 9 anos e dois meses de prisão Hélio Juvencio Custódio Júnior, acusado de tentar matar um policial militar em Jaraguá do Sul. De acordo com o promotor Márcio Cota, as imagens das câmeras dos PMs e das testemunhas foram fundamentais para a condenação do réu.

O julgamento aconteceu nesta terça-feira (19) e durou cerca de 12 horas. Além dos oito anos pela tentativa de homicídio triplamente qualificado contra o policial militar, Hélio Juvencio foi condenado a 1 anos e dois meses pelos crimes de desacato, resistência e embriaguez ao volante.

O promotor destaca que os dois policiais militares que participaram da ação e três testemunhas deram depoimentos sobre a ocorrência. Cota reitera que os relatos aos jurados e os vídeos mostraram a atitude criminosa e covarde do réu.

“Sem dúvida alguma, essas filmagens foram fundamentais para embasar a condenação. De fato, elas são autoexplicativas. Elas mostram a agressão covarde, aquela violência desmedida do acusado contra os dois policiais militares”, afirma.

O promotor acredita que a pena dada a Hélio Juvêncio pela tentativa de homicídio foi justa. Ele afirma que a vítima e o réu tiveram sorte de não ter ocorrido um assassinato. Cota destaca que, como o réu não assassinou o PM, a pena de 16 anos foi reduzida pela metade.

De acordo com o promotor, o crime praticado pelo acusado é grave e o Ministério Público acreditava que ele era culpado. Por estar convencido disso, diz que buscou transmitir essa certeza aos jurados escolhidos para escolher o destino do réu.

“Eu tive que demonstrar que aquela versão que o réu apresentou era mentirosa, que não espelhava o que realmente tinha acontecido. A única finalidade da versão que ele apresentou era escapar da punição”, explica.

 

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