Os últimos 2,4 mil metros em terra da rua Domingos Rosa, no bairro Boa Vista, já têm previsão para serem pavimentadas. A empresa que executará a obra deve ser conhecida em até 45 dias, conforme previsão do secretário de Obras, Onésimo Sell. O convênio para o serviço foi assinado entre a Prefeitura e Caixa Econômica Federal no início deste ano, com valor de R$ 984 mil, provenientes de emenda parlamentar do deputado federal Mauro Mariani e contrapartida da administração pública de R$ 9,9 mil. No trecho foi instalada tubulação para drenagem, além de ser feita terraplanagem, alargamento da via e retirada de algumas curvas para proporcionar maior visibilidade a aos motoristas. O secretário destaca que outras melhorias no traçado podem ser feitas durante a concretagem. Os 2,4 mil metros estão localizados entre a Igreja São Benedito e a entrada da fazenda. Com a execução de mais esta etapa, todo o acesso à Chiesetta Alpina estará pavimentado. A aplicação do concreto deve começar ainda neste ano, atendendo uma reivindicação antiga da comunidade. “O fluxo de veículos na Domingos Rosa aumentou significativamente nos últimos meses, principalmente por ser acesso à Chiesetta. Turistas regionais e até mesmo de outros estados e países vêm ao município para conhecer o local”, comenta Sell. Em um único fim de semana, cerca de mil pessoas chegam a visitar o ponto turístico. De acordo com o secretário, a obra facilitará o acesso dos pedestres que fazem caminhada pelo trecho e a locomoção de quem mora no bairro. Entre a igreja e a fazenda Spezia, a pavimentação foi concluída no ano passado, com investimento estimado em R$ 1 milhão, sendo R$ 897 mil do Ministério do Turismo e o restante de contrapartida municipal. São 957 metros de pavimentação em concreto. Segundo a presidente da associação de moradores do bairro, Mariana Pires, a comunidade do Boa Vista solicita há pelo menos 30 anos a concretagem da rua. “Esse último trecho é essencial porque é o que mais concentra moradores. O um quilômetro feito no ano passado, até a igreja, era mais importante para o setor de turismo do que para nós em si, pois não são muitas residências naquela região”, explica Mariana. Reportagem de Dyovana Koiwaski para o jornal O Correio do Povo | Foto: Eduardo Montecino