Ocorreu em Criciúma a sessão do Tribunal do Júri referente ao julgamento do homicídio de Alessandro Danielski Rosa, na época com 42 anos, assassinado na manhã de 27 de abril de 2018 com um tiro à queima-roupa na cabeça, em uma rua do bairro Vida Nova.

A investigação, realizada à época pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa da Divisão de Investigação Criminal (DHPP/DIC) de Criciúma esclareceu que a vítima foi assassinada por ter furtado drogas de traficantes que atuavam naquele bairro, sendo cinco pessoas apontadas como envolvidos no crime, que tiveram as prisões preventivas decretadas e foram presas.

Dos indiciados pela Polícia Civil, três deles foram condenados pelo crime de homicídio qualificado pela dissimulação, sendo dois deles a pena de 12 anos de reclusão e o terceiro a 14 anos. A sessão foi presidida pelo juiz Guilherme Costa Cesconetto, tendo como representante da acusação a promotora de Justiça Andreia Tonin.

“Com o esclarecimento deste homicídio e a prisão dos envolvidos não ocorreu mais nenhum homicídio desde então no bairro Vida Nova, localidade onde eram recorrentes os crimes contra a vida”, afirmou o delegado André Milanese.